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Saiba Como Parar De Fumar Para Sempre! – SOS Sobriedade

Fumar é um hábito ruim e caro. Você cheira mal, deixa seus dentes amarelados, detona sua saúde, e ainda gasta um monte de dinheiro com isso! Saiba como parar de fumar para sempre!



Saiba Como Parar De Fumar Para Sempre!

Saiba Como Parar De Fumar Para Sempre! 
Você está querendo parar de fumar, mas ainda não sabe a maneira certa de parar? E se eu lhe disser que dentro de uma semana após iniciar este programa, você pode ficar livre do cigarro para sempre? Não é realmente tão difícil como você pode pensar. Neste e-book você vai aprender, em um método prático, como você pode ficar livre do fumo, livre do cigarro para sempre!

O método adotado pelo blog “Fumo & Cigarro” é prático, sem enrolação . Ele tem por base o best-seller internacional “How to Stop Smoking Forever “, de “Health Tec, Inc.”, “1997”, ainda hoje um sucesso de vendas na amazon.com. Portanto, as informações que você receberá já foram testadas e aprovadas por milhares de pessoas no mundo inteiro. Milhares de pessoas já deixaram de fumar com base nelas. São informações práticas, objetivas e que realmente funcionam. Com elas você conseguirá parar de fumar. Não vamos ficar falando para você sobre os malefícios do cigarro. Você já está cansado de saber.

Você já sabe que se você fuma…

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  • Você tem doze vezes mais chances de morrer de câncer de pulmão.
  • Você tem dez vezes mais probabilidades de morrer de alguma forma de doença pulmonar.
  • Você tem dez vezes mais chances de morrer de câncer de laringe.
  • Você tem seis vezes mais probabilidade de morrer de doença cardíaca.
  • Você tem duas vezes mais probabilidade de morrer de um acidente vascular cerebral.

Se você parar de fumar agora, você pode aumentar suas chances de viver de duas a doze vezes mais, e economizar milhares de reais em despesas médicas e custos de cigarros!

Fumar é um hábito ruim e caro. Você cheira mal, deixa seus dentes amarelados, detona sua saúde, e ainda gasta um monte de dinheiro com isso!

Neste e-book você vai saber por que e como você deve parar de fumar! Você deve isso a você e a sua família. Pare de fumar hoje!

Encomende hoje e descubra o quão fácil é você parar de fumar, parar de fumar para sempre!

Ciente da qualidade e eficiência do nosso produto, oferecemos a você uma garantia de 100% de devolução do dinheiro se não ficar completamente satisfeito com o que você vai descobrir…

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Tratamento para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH | SOS Sobriedade

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) atinge principalmente as crianças e deve ser tratado o quanto antes. Saiba mais sobre o tratamento do TDAH!


        

Tratamento para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH


O que é TDAH?


Tratamento para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAHO transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um problema de desatenção, hiperatividade, impulsividade ou uma combinação destesPara que esses problemas recebam um diagnóstico de TDAH, eles devem se apresentar fora de um limite normal para a idade e o desenvolvimento da criança.

Para saber mais sobre o que é TDAH e como identificar se uma pessoa sofre deste transtorno recomendamos os artigos:


No tratamento para TDAHTranstorno do Déficit e Hiperatividade, um dos fatores mais importantes é o re-treinamento comportamental e cognitivo de forma que a pessoa possa manter o foco nas tarefas diárias e não mais se perder em atividades desnecessárias.

Para isso a psicoterapia avaliará e orientará nos seguintes aspectos:

Tempo


Para evitar a sensação de que o tempo escorre entre os dedos, procure determinar o tempo em que deseja fazer determinada tarefa. Inicialmente você pode ter alguma dificuldade de encaixar a tarefa dentro do tempo que estipulou, mas gradativamente você irá aprender a ajustar esse tempo.

Fique atento para não desperdiçar seu tempo com conversas que não são produtivas, quando tiver algo importante a fazer. Aprenda a terminar conversas com outras pessoas que o fazem perder tempo.

A falta de praticidade faz a gente perder tempo, por isso procure ser prático nas suas atividades; avalie o que realmente é importante e atenha-se a isso.

Seja objetivo nas suas conversas. Diga sinceramente o que deseja, quanto, por que, e para quê.

Se você é do tipo que fala muito, procure resumir seu discurso; evite detalhes desnecessários.

Mantenha o hábito de escrever as coisas para não se perder. Priorize as coisas a serem feitas.

Procrastinação/ Desistência


Evite deixar para depois; faça o que tiver que fazer no exato momento em que lembrar, ou anote para fazer depois. Você perde apenas um instante e se livra da preocupação e da ansiedade que gera quando algo está pendente (seu inconsciente fica cobrando algo que você já não lembra).

Resista à tentação de sair da programação, desviar a atenção. Procure se auto-instruir dizendo-se: “Isso é muito interessante, mas no momento meu objetivo é outro e vou ater-me a ele”.

Persista no seu objetivo seja ele qual for. Não desista; procure identificar sua tendência a desistir e se obrigue a persistir no que começou a fazer. Isso irá ajudá-lo a lidar com a frustração e trará a satisfação interna de saber que você é capaz de prosseguir embora a atividade não seja tão gratificante.

Resista à tentação de pular etapas. Lembre-se que pular etapa para acelerar o processo pode, na maioria das vezes, fazer você perder muito mais tempo depois. 

É melhor ir devagar e sempre.


Não pense quando o despertador tocar. Pule imediatamente da cama e vá tomar um banho. Se você pensar um segundo que seja, não levantará.

Estratégia Para Evitar o Esquecimento


Desenvolva estratégias para lembrar das coisas: programe o celular para lembrá-lo de tudo o que tiver que fazer; associe a medicação (ou qualquer outra coisa que deseja fazer) com almoço, o jantar, o escovar os dentes, etc.

Coloque lembretes em lugares visíveis para lembrá-lo do que tem a fazer. Se os lembretes começarem a “fazer parte” do local onde foi colocar, arranje outra estratégia; algo que seja impossível de passar despercebido.

Desenvolva o hábito de, ao abrir ou fechar qualquer porta, perguntar-se: “para onde vou e o que tenho que levar?”.

Armazene pequenas quantidades de informações por vez: nunca se dê mais de três ordens de uma vez.

Tente se reforçar (elogiar-se) a cada vez que você conseguir lembrar de algo que costuma esquecer-se com freqüência

Tenha uma agenda e use-a todos os dias. Isso é obrigatório para você.


Estudo e trabalho


Tratamento para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAHProcure ter um lugar específico para o seu estudo ou trabalho. Neste local procure ter tudo o que precisa (canetas, lápis, lapiseiras, grafites, borracha, régua, computador, disquetes). O TDAH demora a se concentrar e se dispersa com facilidade. Quando está começando a se concentrar, e precisa buscar algo, acaba se desconcentrando e leva um enorme tempo para entrar em hiperfoco novamente ( e o tempo está passando!…).

Procure estudar escrevendo; anote, sublinhe, escreva palavras ou mini-resumos da página lida; esquematize; faça associações.

Evite olhar para o tamanho do livro a ser lido. Pense em capítulos e não no livro todo. Decida antes de iniciar o trabalho quando será o intervalo e de quanto tempo.

Tenha uma gaveta ou uma caixa para colocar todos os documentos, cartas recebidas e contas pagas. Reserve um determinado dia da semana ou o mês para arquivar tudo.

Impulso


Tente controlar a impaciência, converse com você mesmo orientando-se para ser mais calmo.

Faça um esforço para prestar atenção à fala do outro, sem interrompê-lo.

Quando se sentir provocado, não reaja agressivamente. Conte mentalmente até 10 e esclareça com o outro que ele quis dizer realmente. Você pode ter interpretado mal o que o outro quis dizer.

Quando lhe “fecharem” no trânsito, evite reagir agressivamente; dê passagem. Mesmo que o outro não agradeça, você se sentirá bem com você mesmo.

Quando alguém lhe agredir verbalmente, mantenha a calma, conte até 10 e pense numa maneira de responder de forma habilidosa, mas sem agressividade. Lembre-se: não importa que o outro dite o seu comportamento.

Quando pensar em comprar alguma coisa, deixe para a semana que vem, ou dê uma volta antes de finalizar a compra.

Concentração


Lembre-se de que precisa de mais tempo do que as outras pessoas para entrar na leitura ou estudo. Dê-se o tempo que for necessário; persista nesse objetivo.

Procure ouvir uma música orquestrada, prestando atenção a um instrumento por vez.

Aprenda a ficar autoconsciente sempre que se lembrar disto.

Dirija sua atenção intencionalmente para qualquer coisa que quiser

Treinando os passos para prestar mais atenção


1- Identificar o problema – “O que eu devo fazer?”
2- Focar a atenção – “Te liga” “Cabeça aqui” “Concentre-se”
3- Escolher uma resposta – “Qual a melhor forma de fazer isso?”
4- Verificar a resposta – “Escolhi corretamente?”
5- Em caso positivo, elogiar-se – “Bom trabalho” (ou em caso negativo – “Tenho que pensar melhor da próxima vez”

Auto instrução


Dizer para si mesmo em voz alta o que está fazendo porque: Geralmente lembramos: 10% do que lemos; 20% do que ouvimos; 30% do que vemos; 50% do que vemos e ouvimos; 70% do que dizemos quando falamos; e 90% do que dizemos quando fazemos algo.

Orientações gerais:


Assuma que tem TDAH para as pessoas próximas

Recarregue a bateria! Quem tem TDAH cansa-se com mais facilidade, tire férias, descanse no final de semana, etc.

Procure o companheiro ideal. As características desfavoráveis são: Pessoas muito criticas e exigentes, pessoas muito submissas, pessoas muito detalhistas, “certinhas” e pouco flexíveis ao pensar.

Estabeleça prioridades quem tem TDAH coloca tudo no mesmo nível de gravidade e se aborrece igualmente por coisas distintas. Deixe para se preocupar com o que é realmente importante.

O importante é que você não fique frustrado ao perceber que não consegue seguir estas orientações sozinho. Ninguém espera que você consiga sozinho, sem apoio de um psicologo, re-treinar sua mente e comportamentos. O psicologo cognitivo comportamental é o profissional capacitado a lhe oferecer as técnicas próprias para o TDAH. Agende uma consulta conosco.

Se você tem um filho ou convive com alguma criança com estes sintomas segue baixo um curso completo que vai ajudar você a lidar com o TDAH. 

O TDAH não tratado pode causar sérios prejuízos no futuro, então, comece agora a mudar o futuro de quem você ama!

Curso – Como lidar com Crianças Hiperativas


Um curso completo e dinânimo!


Conteúdo do curso

Como Lidar com Crianças Hiperativas!üApresentação

Unidade 1: Desenvolvimento Humano

üO Desenvolvimento Humano
üPiaget:A Teoria do Desenvolvimento Cognitivo
üVigotski: A Teoria do Desenvolvimento Interacionista
üFreud: A teoria do desenvolvimento psicossexual

Unidade 2: Distúrbios do Desenvolvimento e da Aprendizagem

üOs Distúrbios que Afetam o Desenvolvimento
üPsicologia da Aprendizagem
üFernández: Modalidades de Aprendizagem
üPaín: Dificuldades de Aprendizagem

Unidade 3: Hiperatividade

üTDAH
üDiagnóstico de TDAH
üTratamentos para TDAH
üTDAH em Crianças

Unidade 4: Propostas de Atuação com Crianças Hiperativas

A família, a Escola e a Aprendizagem.

Como lidar com a criança portadora de TDAH na escola

A família e o TDAH

Estudo de Caso: A Triangulação Familiar e a Aprendizagem

Informações

*Duração: 16 Horas
*Tempo de Acesso: 30 dias corridos após a matrícula

Vantagens do curso


üFácil acesso, podendo ser realizado a qualquer hora e lugar.
üFerramentas interativas e suporte online.
üBiblioteca Virtual contendo indicações de sites, livros, entre outros materiais para pesquisa.
üDicas e atividades propostas pelo Autor.
üCertificado de Conclusão.
Autor

Renata Munhoz

Bacharelado e Licenciatura Plena em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; 
Especialista em Cinesiologia Psicológica pelo Instituto Sedes Sapientiae;
Pós-graduada em Psicopedagogia pelo Centro Universitário FIEO;
Autora de diversos cursos e obras, tais como: “Adolescência é só Problema”, “Inteligência, Subjetividade e Aprendizagem Escolar”, “O professor político”, e outros.
Atua também como Psicóloga em Consultório próprio na cidade de São Paulo/SP

Requisitos

– Internet Explorer 9.0 ou Mozila firefox 5.0
– Flash Player 10 ou superior
– Banda 128 kbps (mínima)
– Pentium 4 – 2.0 GHz (GigaHertz)
– Memória 512MB

Aprenda como lidar com Crianças Hiperativas!






Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco:

sossobriedade@gmail.com



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Recomendamos que leia também



Fonte: http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/deficit-de-atencao-tem-tratamento.aspx

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O que é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH | SOS Sobriedade

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma síndrome caracterizada por desatenção, hiperatividade e impulsividade. Saiba mais sobre o TDAH!


O que é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH

 
O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um problema de desatenção, hiperatividade, impulsividade ou uma combinação destes.

O que é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAHPara que esses problemas recebam um diagnóstico de TDAH, eles devem se apresentar fora de um limite normal para a idade e o desenvolvimento da criança. O Cérebro de uma pessoa com TDAH pode ser diferente do normal.

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria (DSM IV) subdivide o TDAH em três tipos :

  • TDAH com predomínio de sintomas de desatenção;
  • TDAH com predomínio de sintomas de hiperatividade/impulsividade e;
  • TDAH combinado.

Causas do TDAH


O TDAH é o transtorno comportamental infantil mais frequentemente diagnosticado. Ele afeta aproximadamente de 3 a 5% de crianças em idade escolar. O TDAH é diagnosticado muito mais frequentemente em meninos do que em meninas.

O TDAH pode ser herdado geneticamente, mas sua causa não é clara. Independentemente da causa, ele parece se estabelecer cedo na vida da criança, enquanto o cérebro está se desenvolvendo. Estudos de imagem sugerem que o cérebro de uma criança com TDAH é diferente do de uma criança normal.

Depressão, falta de sono, incapacidade de aprender, transtornos de tique e problemas comportamentais podem ser confundidos com TDAH. Todas as crianças com suspeita de sofrerem de TDAH devem ser examinadas com cuidado por um médico para verificar se há outros problemas ou motivos para o comportamento.

A maioria das crianças com TDAH também sofre de pelo menos um outro problema de comportamento ou de desenvolvimento. Ainda podem apresentar um problema psiquiátrico, como depressão ou transtorno bipolar.

Para saber como identificar se uma pessoa sofre de TDAH recomendamos o artigo:


Veja também!


Sintomas de TDAH


Os sintomas de TDAH se dividem em três grupos:

  • Falta de atenção (desatenção)
  • Hiperatividade
  • Comportamento impulsivo (impulsividade)


Algumas crianças com TDAH são primariamente do tipo desatento. Outras podem ter uma combinação de tipos. As que sofrem do tipo desatento são menos perturbadas e muitas vezes não recebem o diagnóstico de TDAH.


Sintomas desatentos:


    O que é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH
  • Não consegue prestar atenção em detalhes ou comete erros resultantes de descuidos no trabalho escolar;
  • Tem dificuldade de manter a atenção nas tarefas ou em jogos;
  • Parece não escutar quando falamos diretamente com ela;
  • Não segue as instruções completamente e não consegue terminar trabalhos escolares, tarefas ou deveres;
  • Tem dificuldade de organizar tarefas e atividades;
  • Evita ou não gosta de tarefas que demandem manter esforço mental (como trabalhos escolares);
  • Seguidamente perde brinquedos, trabalhos, lápis, livros ou ferramentas necessárias para tarefas ou atividades;
  • Distrai-se facilmente;
  • Frequentemente, tem problemas de memória em atividades cotidianas.


Sintomas de hiperatividade:


  • Mexe as mãos e o pés o tempo todo e se retorce na cadeira;
  • Levanta-se quando deve permanecer sentado;
  • Corre ou sobe em móveis em situações inapropriadas;
  • Tem dificuldade de brincar em silêncio;
  • Parece frequentemente estar “ligada na tomada” e fala excessivamente.


Sintomas de impulsividade:


  • Fala antes que as perguntas sejam completadas;
  • Tem dificuldade de aguardar a vez;
  • Interrompe ou se intromete entre os outros (se mete em conversas e jogos).

Se você tem um filho ou convive com alguma criança com estes sintomas segue baixo um curso completo que vai ajudar você a lidar com o TDAH. 

O TDAH não tratado pode causar sérios prejuízos no futuro, então, comece agora a mudar o futuro de quem você ama!

Curso – Como lidar com Crianças Hiperativas


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Como Lidar com Crianças Hiperativas!üApresentação

Unidade 1: Desenvolvimento Humano

üO Desenvolvimento Humano
üPiaget:A Teoria do Desenvolvimento Cognitivo
üVigotski: A Teoria do Desenvolvimento Interacionista
üFreud: A teoria do desenvolvimento psicossexual

Unidade 2: Distúrbios do Desenvolvimento e da Aprendizagem

üOs Distúrbios que Afetam o Desenvolvimento
üPsicologia da Aprendizagem
üFernández: Modalidades de Aprendizagem
üPaín: Dificuldades de Aprendizagem

Unidade 3: Hiperatividade

üTDAH
üDiagnóstico de TDAH
üTratamentos para TDAH
üTDAH em Crianças

Unidade 4: Propostas de Atuação com Crianças Hiperativas

A família, a Escola e a Aprendizagem.

Como lidar com a criança portadora de TDAH na escola

A família e o TDAH

Estudo de Caso: A Triangulação Familiar e a Aprendizagem

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*Duração: 16 Horas
*Tempo de Acesso: 30 dias corridos após a matrícula

Vantagens do curso


üFácil acesso, podendo ser realizado a qualquer hora e lugar.
üFerramentas interativas e suporte online.
üBiblioteca Virtual contendo indicações de sites, livros, entre outros materiais para pesquisa.
üDicas e atividades propostas pelo Autor.
üCertificado de Conclusão.
Autor

Renata Munhoz

Bacharelado e Licenciatura Plena em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie;
Especialista em Cinesiologia Psicológica pelo Instituto Sedes Sapientiae;
Pós-graduada em Psicopedagogia pelo Centro Universitário FIEO;
Autora de diversos cursos e obras, tais como: “Adolescência é só Problema”, “Inteligência, Subjetividade e Aprendizagem Escolar”, “O professor político”, e outros.
Atua também como Psicóloga em Consultório próprio na cidade de São Paulo/SP

Requisitos

– Internet Explorer 9.0 ou Mozila firefox 5.0
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– Banda 128 kbps (mínima)
– Pentium 4 – 2.0 GHz (GigaHertz)
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Recomendamos que leia também



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tdah
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Como identificar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH | SOS Sobriedade

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) atinge principalmente as crianças. Veja como identificar o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)!


        

Como identificar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH 

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é uma doença cercada de controvérsia. Por atingir principalmente crianças, muito pais enxergam problemas onde eles não existem — sintomas isolados são comuns nesta fase da vida. Também há quem não preste atenção ao conjunto de sintomas que a caracterizam: quadros de desatenção, hiperatividade e impulsividade de maneira exacerbada

Como identificar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAHPara que esses problemas recebam um diagnóstico de TDAH, eles devem se apresentar fora de um limite normal para a idade e o desenvolvimento da criança. O Cérebro de uma pessoa com TDAH pode ser diferente do normal.

Há um grande número de crianças com a doença, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo dados da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 3% a 5% das crianças brasileiras sofrem de TDAH, das quais de 60% a 85% permanecem com o transtorno na adolescência.É preciso enfrentá-la cedo. Quando não diagnosticada e tratada, pode trazer sérios prejuízos a curto e longo prazo. Em crianças, é comum a queda no rendimento escolar, por causa de desorganização, da falta de paciência para assistir às aulas e estudar. Na fase adulta, o problema pode ser a causa de uma severa baixa auto-estima, além de afetar os relacionamentos interpessoais, uma vez que a pessoa tem dificuldades em se ajustar a horários e compromissos e, frequentemente, não consegue prestar atenção no parceiro.

Confira abaixo oito desses sintomas que, quando aparecem com freqüência e em mais de um ambiente (escola e casa, por exemplo), podem servir como um alerta de que chegou a hora de procurar ajuda profissional.
Para saber mais sobre o que é o TDAH recomendamos o artigo:


Como identificar o TDAH


O mais indicado a fazer quando há suspeita desse problema é procurar um médico bem preparado. Um profissional que entenda a questão e tenha uma visão ampla do assunto: psiquiatra ou neuropediatra, por exemplo. “O tratamento não adequado pode prejudicar o desenvolvimento da criança”, explica o dr. Abram.

Os tratamentos podem ser:

• Terapêuticos: dependendo do grau de dificuldade, o médico pode aconselhar medicamentos que ajudem o cérebro a processar essa concentração.

• De ajuste familiar: “deve-se mostrar e incentivar a organização e disciplina, ter acompanhamento escolar e ambiente adequado dentro de casa”, afirma a dra. Sônia Teresa Akopian, médica fisiatra do HIAE.

O tratamento é muito importante para modificar o comportamento, ou seja, o re-treinamento comportamental e cognitivo. Para saber mais sobre o tratamento do TDAH ler o artigo:


Hiperatividade


Como identificar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH Basta a criança ser mais agitada e desobediente para receber o rótulo de hiperativa. De fato, o diagnóstico da doença se banalizou. O Déficit de Atenção e Hiperatividade existe e afeta mais meninos que meninas. Impulsividade e dificuldade de concentração são características dos pequenos. Eles mexem em tudo, correm para lá e para cá, querem toda a atenção. O diagnóstico é realizado por meio do atendimento clínico. Para tratar, deve-se procurar médicos especializados no assunto.

Para Sandra Valle, neuropsicóloga infantil do HIAE, a hiperatividade precisa ser tratada como um todo. Medicamentos devem ficar a critério do médico e estratégias para melhorar o comportamento são sempre bem-vindas. “Na escola, os professores podem fazer da hiperatividade e da agitação uma aliada, por exemplo, pedindo à criança queos auxiliem na organização dos materiais a serem utilizados, a buscar um livro na sala dos professores.

Deve-se estabelecer uma parceria com a criança e criar condições positivas deintegração ao grupo e ao contexto de aprendizagem, deixando claro as expectativas e, sempre que possível, ajudá-la a desenvolver recursos para resolver os problemas. Isso favorecerá enormemente a sua auto-estima e potencial de crescimento.”

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Unidade 3: Hiperatividade

üTDAH
üDiagnóstico de TDAH
üTratamentos para TDAH
üTDAH em Crianças

Unidade 4: Propostas de Atuação com Crianças Hiperativas

A família, a Escola e a Aprendizagem.

Como lidar com a criança portadora de TDAH na escola

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Fonte: http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/deficit-de-atencao-tem-tratamento.aspx

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Abuso de substâncias e esquizofrenia – SOS Sobriedade

Saiba como o abuso de substâncias como medicamentos, drogas ilícitas e álcool podem desenvolver quadros esquizofrênicos!


Abuso de substâncias e esquizofrenia

 
 Abuso de substâncias e esquizofreniaAbuso de substâncias é um problema comum em pacientes esquizofrênicos, atingindo até 60% destes, piorando com o progredir da doença e interferindo com a aderência do paciente ao tratamento. A exata natureza da comorbidade entre esquizofrenia e abuso de substâncias não é ainda conhecida mas algumas hipóteses tem sido levantadas:

1) abuso de substâncias poderia causar ou precipitar esquizofrenia em indivíduos vulneráveis,

2) pacientes esquizofrênicos usariam drogas para minimizar sintomas da doença ou efeitos colaterais da medicação e

3) a associação entre as duas entidades seria uma coincidência por serem entidades clínicas semelhantes quanto a idade de início idade e prevalência, não havendo relação causal entre ambas.

Existem várias dificuldades em se estudar o problema pois a maioria dos trabalhos publicados apresentam limitações quanto a seleção da amostra (centro universitários, por exemplo, exibem índices maiores de comorbidade entre abuso de substâncias e esquizofrenia), irregularidades na adoção de critérios para abuso de drogas e no controle de variáveis socio-culturais (centros urbanos norte-americanos apresentam prevalência maior que centros europeus).

Tentando contornar vários viéses de seleção de pacientes e de critérios diagnósticos, Hambrecht & Häfner (1996) estudaram uma amostra de 232 pacientes admitidos pela primeira vez em hospitais psiquiátricos, com diagnóstico de esquizofrenia ou transtorno paranóide, de uma área de captação da região central da Alemanha entre 1987 e 1989. O critério para abuso de álcool foi o de episódios de beber severos por pelo menos 1 mês, com problemas com a familia ou falta ao trabalho devido a bebida ou sintomas de abstinência. Para abuso de drogas foi adotado o critério de consumo de drogas ilegais por mais de uma semana durante o último mês. O início do abuso foi considerado como o primeiro mes no qual o critério para abuso foi preenchido. Um grupo de 57 controles pareados quanto a idade e sexo foi selecionado da população geral.

Abuso de álcool ao longo da vida foi encontrado em 23,7% dos pacientes e 12,3% dos controles (chi 2; p < 0,06) e abuso de drogas 14,2% para os pacientes e 7% para os controles (chi 2; p < 0,15). O pequeno tamanho do grupo controle foi provavelmente o responsável pela falta de significância estatística. Quase 90% dos pacientes com abuso de drogas usaram maconha em algum período mas apenas 37% usaram apenas maconha como droga de abuso. Trinta e nove porcento dos pacientes homens mas apenas 22% das mulheres tinham história de abuso de substâncias. A idade média de inicio foi de 22,6 anos para o de álcool e 18,6 para as outras drogas.

 
Para saber mais sobre o abuso de álcool recomendamos a seção “Alcoolismo
 
A relação temporal entre o inicio da esquizofrenia e do abuso de substâncias encontrada nesta amostra pode ser resumida da seguinte forma: 27,5% dos pacientes tiveram problemas com drogas mais de 1 ano (em geral mais de 5 anos) antes do primeiro sintoma de esquizofrenia. Em 34,6% dos casos os sinais de esquizofrenia e abuso de droga começaram simultaneamente e em 37,9% o abuso de drogas começou após o primeiro sintoma de esquizofrenia. A época de começo do abuso de álcool não foi significativamente diferente da do começo dos sintomas negativos porém foi em geral anterior ao primeiro sintoma positivo.
 
Para saber mais sobre o abuso de drogas recomendamos a seção “Drogas
 
 Abuso de substâncias e esquizofreniaEm relação as características sintomatológicas, pacientes com abuso de álcool apresentaram mais sintomas alucinatórios e delirantes enquanto os pacientes com abuso de drogas apresentavam mais isolamento social, preocupações místicas e delírios de influência.

Este estudo corrobora a grande comorbidade entre abuso de substâncias e esquizofrenia já a partir do primeiro episódio da doença, sugerindo um papel importante da maconha como droga de abuso (principalmente entre homens) e mostrando um padrão peculiar do abuso de álcool, mais frequentemente sucedendo o primeiro sinal negativo de esquizofrenia mas precedendo o primeiro sintoma positivo.

A hipótese da auto-medicação só poderia ser aplicada a uma fração destes pacientes. Lidar com sintomas negativos da esquizofrenia através do uso de álcool seria admissível para 42% dos casos e por meio de drogas para 28%. Sintomas negativos não foram diferentes entre os grupos com e sem abuso de substâncias mas os pacientes com abuso apresentaram comportamentos anti-sociais com maior frequência.

A hipótese da auto-medicação foi também abordada por Voruganti, Heslegrave & Awad (1997). Os autores partiram da hipótese de que o abuso de drogas em pacientes esquizofrênicos poderia ser consequência de sintomas disfóricos associados ao uso de neurolépticos. A disforia neuroléptica (DN) é descrita como um efeito colateral sutil associado aos neurolépticos convencionais e caracterizada por irritabilidade, cansaço, apatia e perda de interesse ou ambição. A prevalência de DN varia de 5% a 40% dos pacientes com esquizofrenia tratados com neurolépticos e está relacionada a aversão ao uso de medicamentos, mal controle dos sintomas, recaídas frequentes e maior comprometimento da qualidade de vida. Desta forma, a questão proposta pelos autores é a de o quanto pacientes esquizofrênicos poderiam fazer uso de drogas para lidar com os sintomas disfóricos.

Foram examinados 223 pacientes esquizofrênicos (DSM-IV) ambulatoriais que vinham recebendo tratamento de manutenção com neurolépticos. Disforia neuroléptica foi identificada em 38,56% dos pacientes e abuso de substâncias em 29,6%, com uma associação estatisticamente significante entre as duas condições (chi 2 =21,08, p< 0,001). Além disso, o subgrupo de pacientes que havia sido internado no último ano (n=129) apresentou uma taxa de ND (48%) e abuso de drogas (39%) maior do que o grupo sem internações (35% e 17%, respectivamente). O sub grupo com internações apresentava também uma idade média menor (29,4 anos versus 41,2) e pior aderência ao tratamento, que contrastava com a maior estabilidade clínica do segundo subgrupo.

Cérebro com Esquizofrenia
*Cérebro com esquizofrenia – Recentemente pesquisas mostraram que pessoas com esquizofrenia apresentam um aumento da dopamina cerebral quando tem sintomas, como delírios. O neurotransmissor tem a função de determinar a importância que damos às coisas que percebemos e pensamos, processo chamado de “saliência”. Portanto, o aumento da função dopamínica em determinadas regiões cerebrais leva à atribuição de importância (saliência) exagerada a idéias que são pouco prováveis.


De forma geral, os autores encontraram uma um risco de desenvolvimento de abuso de substâncias quatro vezes maior entre os pacientes com disforia neuroléptica, o que favorece a hipótese da auto-medicação. Dados preliminares sugerem que neurolépticos atípicos (clozapina e resperidona) estão associados à uma diminuição da procura por drogas, o que seria compatível com a hipótese de que a disforia neuroléptica possa corresponder ao componente afetivo dos efeitos extra-piramidais ou da acatisia induzida pelas drogas tradicionais. Os resultados também sugerem que pacientes mais graves, que precisam doses maiores de neurolépticos, estejam mais propensos ao abuso de drogas.

Trata-se, no entanto de um estudo de correlação entre dois fenômenos e qualquer relação causal entre eles é essencialmente especulativa.

Rosenthal & Miner (1997) abordaram a questão de como se determinar o diagnóstico primário em pacientes que apresentem, simultaneamente, sintomas de esquizofrenia e abuso de substâncias. Para isso, propuseram um modelo estatístico para determinar que sintomas seriam importantes na avaliação diagnóstica destes pacientes.

Foram coletadas informações de 457 pacientes admitidos para tratamento durante o ano de 1988. Destes, 65 (14,2%) pacientes receberam o diagnóstico de transtorno delirante orgânico, alucinose orgânica ou ambos, concomitante ao transtorno de abuso de substâncias psicoativas (DSM III-R) e 106 pacientes (23,2%) preencheram critérios para o diagnóstico de esquizofrenia em associação com abuso de substâncias.

Procedeu-se, então, ao levantamento de 26 variáveis independentes, nestes dois grupos de pacientes, relativas a dados demográficos, tipos de sintomas psiquiátricos e características do abuso de substâncias. A partir dos dados obtidos, procedeu-se a determinação da função discriminante para as categorias diagnósticas esquizofrenia + abuso de substâncias (E+AS) versus abuso de substâncias + transtorno delirante ou alucinatório orgânico (AS+TDA) submetendo-os, a seguir, a regressão logística. Pacientes do grupo E+AS tiveram internações mais demoradas e distúrbios formais de pensamento mais frequentes enquanto pacientes do grupo AS+TDA apresentaram mais alucinações auditivas “de comando”, ideação suicida, abuso de cocaína e heroína e transtorno orgânico do humor.

Alterações formais de pensamento e delírios bizarros predisseram significativamente o diagnóstico de esquizofrenia com “odds ratio (OR)” de 3,55:1 e 6,09:1, respectivamente enquanto que ideação suicida (OR=0,32:1), abuso de cocaína por via intra-venosa (0,18:1) e história de desintoxicação de drogas (0,26:1) ou de tratamento de manutenção com metadona (0,18:1) demonstraram uma relação inversa com este mesmo diagnóstico.

A adoção de uma sensibilidade de 83,1% e uma especificidade de 69,2% permitiu um nível ótimo de probabilidade de 0,56 para estimar o diagnóstico de esquizofrenia, que permitiria o correto diagnóstico de 76,2% dos pacientes.
O mesmo modelo estatístico foi aplicado a um segundo grupo de 81 pacientes acompanhados durante o ano de 1989. Segundo os mesmos critérios, 70,4% (n=57) dos pacientes foram corretamente diagnosticados, com a seguinte distribuição por diagnóstico: 29 dos 40 pacientes com E+AS e 28 dos 41 pacientes com AS+TDA.

A grande limitação deste estudo foi a não utilização de instrumentos padronizados para obtenção de informações. Seus achados, no entanto, vão de encontro a experiência clínica de vários autores quanto, por exemplo, ao uso infrequente de drogas injetáveis entre pacientes com esquizofrenia e a de poucas alterações formais de pensamento em pacientes com quadros orgânicos induzidos por drogas. Os autores também argumentam que a grande frequência de ideação suicida em pacientes com abuso de drogas e transtorno delirante ou alucinatório orgânico pode estar relacionada a comorbidade com transtornos afetivos ou ansiosos, comum neste grupo.

Este trabalho, portanto, demonstra o valor de algumas variáveis clínicas como preditoras do diagnóstico em pacientes que exibam, conjuntamente, sintomas de abuso de substâncias e esquizofrenia. Estas conclusões, no entanto, são baseadas em pacientes observados durante internação psiquiátrica e a validade de se generalizar estes achados para outras situações clínicas ainda precisa ser demonstrada.

A questão do tratamento farmacológico de abuso de substâncias em pacientes com esquizofrenia foi revista por Wilkins (1997). O assunto é particularmente importante pois, além de piorar os sintomas psicóticos, o abuso, ou mesmo o uso recreacional, de álcool e canabis parece agravar os sintomas de discinesia tardia. Além disso, estudos recentes sugerem que a associação de desipramina ao tratamento de pacientes esquizofrênicos melhora a sua resposta clínica, especialmente naqueles que apresentam abuso de cocaína.

Wilkins apresenta dados de alguns estudos com desipramina (DMI) em esquizofrênicos baseados na observação de que indivíduos dependentes de cocaína em geral relatam uma redução do desejo de drogas com o uso de DMI. Um destes estudos, realizado de forma aberta, avaliou 12 pacientes com abuso de cocaína e esquizofrenia tratados com doses diárias de 100 a 150 mg de DMI comparados com pacientes recebendo apenas neurolépticos. Pacientes recebendo DMI aderiram mais ao estudo (83% vs. 60%) e tiveram melhores índices de abstinência, avaliados por análises de urina. Resultados semelhantes, apontando para uma vantagem da desipramina, foram também observados em estudo aberto comparando DMI (n=12), selegilina, um IMAO-B, (n=13) e nenhum medicamento (n=15). Pelo menos um estudo duplo-cego controlado confirma este efeito benéfico da desipramina na facilitação da abstinência e melhora da aderência ao tratamento.

Alguns autores sugerem que a cocaína possa produzir sintomas depressivos em esquizofrênicos mas pode também reduzir sintomas negativos e que a associação entre cocaína e maconha possa induzir hostilidade e sentimentos de suspeita neste mesmo grupo de pacientes. A possibilidade do uso de maconha para aliviar sintomas depressivos associados ao uso de cocaína é também apontada em alguns trabalhos.

O uso de drogas psicoestimulantes para tentar aliviar os sintomas negativos da esquizofrenia parece também relacionado com o aumento de incidência de quadros depressivos. Esta observação parece ser válida para a cocaína, existindo relatos de uma menor incidência de sintomas negativos mas de um risco maior para depressão e ansiedade em pacientes esquizofrenicos que fazem uso desta. Além disso, pacientes que relatam usar cocaína para melhorar seu humor apresentam maior frequência de internações e maior incidência de sintomas paranóides.

A maconha também parece ser usada por pacientes esquizofrênicos para aliviar sintomas negativos. Embora existam relatos de uma primeira experiência prazeirosa com maconha, o uso desta parece acelerar o início, piorar episódios de esquizofrenia ou dificultar o controle medicamentoso dos sintomas.

A nicotina está entre as substâncias mais usadas, relatada por cerca de 90% dos pacientes esquizofrênicos internados em centros médicos urbanos. Existem relatos de uma menor incidência de parkinsonismo induzido por neurolépticos assim como uma menor incidência de discinesia tardia entre pacientes fumantes. Em relação a achados psicopatológicos, pacientes fumantes parecem ter um início mais precoce da esquizofrenia e apresentam mais sintomas positivos. A nicotina também interfere com o metabolismo hepático de várias drogas o que pode justificar a necessidade de doses em média mais elevadas de neurolépticos em pacientes fumantes.

Em relação ao álcool, pacientes esquizofrênicos apresentam as mesmas dificuldades de tratamento que os alcoolistas em geral. O uso de disulfiram, entretanto, parece particularmente interessante neste grupo de pacientes e não está relacionado com nenhuma complicação em especial.

As principais conclusões dos artigos aqui apresentados podem ser resumidas da seguinte maneira:

1 – Abuso de substâncias é muito frequente em pacientes esquizofrênicos, já a partir do primeiro episódio da doença. O abuso de maconha é particularmente comum, principalmente entre homens. O abuso de álcool, no estudo de Hambrecht e Häfner, foi mais frequentemente observado sucedendo o primeiro sinal negativo de esquizofrenia mas precedendo o primeiro sintoma positivo. Aparentemente, apenas uma fração dos pacientes faz uso de drogas para lidar com sintomas negativos da doença.

2 – Voruganti, Heslegrave e Awad sugerem que a busca de alívio para sintomas disfóricos induzidos por neurolépticos poderia ser um dos motivos pelos quais pacientes esquizofrênicos usam drogas como forma de auto-medicação.

3 – Em pacientes com sintomas simultâneos de squizofrenia e abuso de substâncias, internados em hospitais psiquiátricos, a presença de alterações formais de pensamento e delírios bizarros tem valor preditivo positivo para o diagnóstico primário de esquizofrenia. Por outro lado, a presença de ideação suicida, abuso de cocaína por via intra-venosa história de desintoxicação de drogas se correlacionam negativamente com o diagnóstico de esquizofrenia sugerindo, portanto, o diagnóstico de abuso de substâncias associado a transtorno delirante ou alucinatório orgânico.

4 – Os resultados aparentemente mais promissores quanto ao tratamento destes casos são em relação a desipramina, que parece ter um papel importante na redução do uso de drogas em pacientes esquizofrênicos.

Esta resenha apresenta apenas um resumo de quatro publicações recentes na área e visa chamar a atenção para um problema clinicamente relevante. A importância de fatores sócio-culturais tanto no prognóstico da esquizofrenia quanto na determinação do padrão de uso de substâncias reforça a idéia de que estudos brasileiros poderiam trazer contribuições significativas para esta discussão.




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Autores
Renato T. Ramos*
Guilherme Rubino A Focchi**
Alexandre D. Gigante**
Joel Reno Jr.**
Danusa Céspedes G. Ayache**
* Médico Supervisor do Instituto de Psiquiatria HC- FMUSP
** Médicos Residentes do 3º ano do Departamento de Psiquiatria da FMUSP
Hambrecht M & Häfner (1996) Substance abuse and the onset of schizophrenia. Biological Psychiatry, 40: 1155-1163.
Rosenthal RN & Miner CR (1997) Differential diagnosis of substance-induced psychosis and schizophrenia in patients with substance use disorders. Schizophrenia Bulletin, 23 (2): 187-193.
Voruganti LNP, Heslegrave RJ & Awad AG (1997) Neuroleptic dysphoria may be the missing link between schizophrenia and substance abuse. The Journal of Nervous and Mental Disease 185 (7): 463-465.

Wilkins JN (1997) Pharmacotherapy of schizophrenia patients with comorbid substance abuse. Schizophrenia Bulletin, 23 (2): 215-228.

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O que é Psicologia Reversa? – SOS Sobriedade

A psicologia reversa acontece quando alguém tenta obter algum resultado positivo através de uma sugestão negativa. Saiba mais sobre a Psicologia Reversa!


O que é Psicologia Reversa?O que é Psicologia Reversa?

Você provavelmente está familiarizado com a psicologia reversa: quando tentamos convencer alguém a fazer algo, dizendo-lhe para fazer o contrário.

A Psicologia Reversa é o ato de contrariar a acusação, afirmação (ou o que quer que seja) que alguém fala tentando fazer a pessoa cair no assunto.

 

Como Assim?

O que é Psicologia Reversa?


Se eu te dissesse: “Não Continue Lendo!” certamente você ficaria com mais vontade de ler. E se já leu até aqui, então minha estratégia foi boa…

Isso é a psicologia reversa!

Psicologia reversa é a psicologia do paradoxo, segundo a qual você tenta obter um resultado positivo através de uma sugestão negativa ou vice-versa.

Exemplo de Psicologia Reversa Convencional


Ronaldo, meu filho, você percebeu que a sala ta com um canto meio escuro?
Mãe, aquele canto sempre foi meio escurinho. (o filho contraria e desafia a memória da mãe nesse caso)

Ah tem certeza?

Tenho.

Mas e aquele último quadrado de chocolate que estava no armário? Cadê ele? (a mãe tem outra dúvida)

Meu pai comeu. (aqui o filho joga a culpa no pai porque usar muito a Reversão pode resultar numa sobrecarga do cérebro da mãe que congela)

Mas eu perguntei pra ele e ele falou que não foi ele.

Olha, eu não fui. Ou ele ta mentindo ou você que comeu. (aqui o filho age espertamente, ele afirma algo e antes da mãe pensar que pode ser mentira, ele da outras duas informações que invertem o pensamento da mãe. Das duas a uma, se a mãe tem memória boa ela culpa o marido, se ela tem memória ruim se culpa)

Em determinadas pessoas uma sentença assim ao invés de derrubá-las no seu ideal, seria o incentivo necessário para continuar tentando a todo e qualquer custo. Você diz para ela desistir porque não vai conseguir. Isso geraria uma espécie de “resposta desabafo” em forma de atitude. Ao ouvir essa sentença desanimadora a pessoa conclui: “pois eu vou mostrar a todos que eu consigo!”. E realmente acaba conseguindo mesmo…

Nós usamos isso no dia-a-dia na vida dos outros e nem percebemos. Recebemos constantemente psicologia reversa em nossas vidas, e com efeito, e também nem percebemos.

Para o caso de desvendamento de crimes a coisa já exige ampla experiência profissional. Mas é muito usado, por exemplo, tirando um acusado da cena do crime e pondo outra pessoa inocente no lugar dele, exatamente para que o acusado “entre no jogo” e comece a falar. Daí, para o acusado entrar em contradições e acabar confessando o crime é um pulo…



Psicologia Reversa Esquizofrenética


A Psicologia Reversa pode evoluir para o que chamamos de Psicologia Reversa Esquizofrenética que é quando você começa a contestar sua própria constestação tentando confundir a pessoa. Há também a Psicologia Reversa Primária que é normalmente usada por alunos do ensino fundamental para tentar ir beber água mais de uma vez em 30 min falando coisas do tipo “eu posso não não não ir beber água?”(onde a professora fala não e toma um coice).

Exemplo de Psicologia Reversa Esquizofrenética


Isso é o que acontece com você após esquecer que lado você escolheu numa conversa reversal ezquizofrenética.

–> CUIDADO! É difícil acompanhar a linha de raciocínio aqui. Portanto escolha um lado e procure ficar nele!<–

Bom aqui estou eu (ou até talvez não) Freud tentando completar essa redação. Mas será mesmo que eu vou completá-la ou melhor. Será que eu preciso completar?

Esse sistema de avaliação pede uma redação mas, e se eu não fizer?

Bom vou ser rejeitado não é? ou sera que vou ser aceito?

A essa altura você deve estar achando que sou maluco.
Mas e se eu for maluco e quiser passar no vestibular?

Talvez eu só esteja querendo confundir você mas, na verdade, não sou maluco
Afinal eu não estou tentando te confundir, eu sou só maluco

Mas você sabe que apesar de tudo eu estou bêbado não é?

Ou não.

Isso são algumas das frases da redação que Dr. Freud fez para o vestibular. Você pode perceber então o estilo reversal que ele adotou e o poder que ele teve. O problema é que a não ser que você esteja usando a psicologia reversa esquizofrenética com gente piradinha da cabeça, a pessoa vai te ignorar ou te xingar.

Concluindo:

Para testar um pouco mais de psicologia reversa!

VOCÊ NÃO IRÁ CLICAR NO LINK ABAIXO:

Você não vai clicar AQUI!

NÃO CLIQUE NO LINK DE MANEIRA NENHUMA.


COM CERTEZA VOCÊ NÃO IRÁ CLICAR DEPOIS DE TER LIDO O ARTIGO!


Se você não clicou no link, Parabéns! SABIAMOS QUE VOCÊ NÃO IRIA CLICAR!
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Sintomas de recaída da dependência química – Falta de satisfação com a vida

Nesta fase da recaída, a insatisfação e a sensação de vazio são comuns. Conheça os sintomas de recaída da dependência química!


Sintomas de recaída da dependência química – Falta de satisfação com a vida

 
Sintomas de recaída da dependência químicaQuando se chega numa fase tão avançada do processo de recaída, o uso de álcool/drogas não mais parece ser uma escolha tão ruim assim, já que a nossa vida tem se tornando um verdadeiro inferno, e parece que nada poderia piorar mais, nem mesmo se voltássemos ao uso de álcool/drogas.

A insatisfação e a sensação de vazio são comuns nesta que nada nos preenche, qualquer atividade não tem graça. Se compramos alguma coisa para preencher caímos no autoengano de que aquilo vai suprir o vazio dentro de nós, mas só aumentamos a decepção que parece não ter fim.

A insatisfação e o vazio pode também estarem associados a depressão, sintoma citado anteriormente nos artigos:


Assim começamos agora um processo de autoengano, através do qual começamos a nos convencer de que usar novamente pode ser uma forma de solucionar ou aliviar as tensões do momento presente.





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Referência Bibliográfica:
Programa de Prevenção à Recaída
Autor: Pablo Kurlander
Comunidade Terapêutica Nova Jornada

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Sintomas de recaída da dependência química – Rejeição aberta de ajuda | SOS Sobriedade

Nesta fase da recaída não aceitamos mais a ajuda das pessoas e adotamos uma postura de isolamento. Saiba mais sobre os sintomas de recaída da dependência química!


Sintomas de recaída da dependência química – Rejeição aberta de ajuda

 
Sintomas de recaída da dependência química – Rejeição aberta de ajuda Até aqui já percorremos um longo caminho entre as fases da recaída, que podem durar meses, dias ou horas, e caminhamos progressivamente de volta ao uso de álcool e/ou drogas.





No texto anterior, falamos sobre o desenvolvimento de atitudes de fuga e negação. Para saber sobre o texto leia:


Agora, vamos mais a fundo no nosso isolamento e começamos a, não só fugir dos nossos problemas, como também rejeitar a ajuda de outras pessoas.

Com esta postura nos desligamos progressivamente de todas as pessoas que poderiam nos ajudar. Podemos fazer isto tendo ataques de raiva, que afastam estes pessoas, criticando-as ou humilhando-as, ou nos afastando de forma direta.


Muitos dos nossos antigos parceiros e mentores de recuperação podem nos procurar neste momento, assim como também alguns dos nossos familiares, mas invariavelmente nos evadiremos de toda a qualquer forma de ajuda, seja de forma violenta ou não, o que aumentará mais e mais o nosso isolamento.





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Referência Bibliográfica:
Programa de Prevenção à Recaída
Autor: Pablo Kurlander
Comunidade Terapêutica Nova Jornada

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Saiba por que a depressão é maior em mulheres? – SOS Sobriedade

Antes da adolescência, a prevalência de depressão é a mesma em meninas e meninos. Com a chegada da adolescência a depressão nas mulheres aumenta 2 vezes em relação aos homens! Saiba por que!




Saiba por que a depressão é maior em mulheres?


Saiba por que a depressão é maior em mulheres? A depressão é um distúrbio de alteração do humor sério e por vezes incapacitante. Causa sentimentos de tristeza, desespero, desamparo e inutilidade.

Ela pode ser leve a moderada com sintomas de apatia, falta de apetite, dificuldade para dormir, baixa auto-estima e fadiga. Ou pode ser uma depressão maior com sintomas de humor depressivo na maioria dos dias, falta de interesse nas atividades rotineiras que antes eram realizadas com satisfação, perda ou ganho de peso, insônia ou hipersonia, fadiga, sentimentos de culpa na maioria dos dias e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.

Para saber mais sobre as causas da depressão e os riscos de suicídio, recomendamos os artigos:


Quais os sintomas de depressão na mulher?


A depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração se não for tratada. Geralmente, os sintomas duram pelo menos duas semanas provocando prejuízose afetando a vida social, familiar e ocupacional.

Os sintomas de depressão nas mulheres incluem:

• Sentimentos de tristeza persistente, ansiedade e “vazio”
• Perda de interesse ou prazer em atividades comuns
• Nervosismo, inquietação, irritabilidade, choro fácil
• Sentimentos de culpa, inutilidade, falta de esperança, pessimismo
• Excesso de sono ou ausência de sono
• Perda de energia, fadiga
• Baixa auto-estima
• Perda da libido
• Pensamentos recorrentes em morte ou suicídio ou tentativas de suicídio
• Dificuldade de concentração, de memorização ou para tomar decisões
• Sintomas físicos persistentes que não respondem ao tratamento, como dores de cabeça, desordens digestivas, dores crônicas

Faça o teste de Tristeza ou depressão!


Por que a depressão é mais comum em mulheres do que nos homens?


Saiba por que a depressão é maior em mulheres? Antes da adolescência, a depressão afeta tanto os meninos quanto as meninas. Entretanto com a chegada da adolescência, aumentam os riscos de depressão em mulheres, atingindo pelo menos 2 vezes mais do que em garotos.

Alguns especialistas acreditam que mudanças hormonais estão relacionadas a este risco aumentado. Estas mudanças são evidentes durante a puberdade, gravidez e menopausa assim como no pós-parto, histerectomia ou aborto. Além disso, as flutuações hormonais que ocorrem a cada ciclo menstrual provavelmente contribuem para a síndrome pré-menstrual ou TPM. Há também a doença disfórica pré-menstrual ou DDPM, um tipo severo de TPM especialmente reconhecido por depressão, ansiedade, mudanças de humor cíclicas e letargia.

O que aumenta as chances de uma mulher ter depressão?


De acordo com o National Institutes of Health os fatores que aumentam o risco de uma mulher ter depressão incluem fatores genéticos, biológicos, reprodutivos, interpessoais e características psicológicas e de personalidade.

Além disso, as mulheres que intercalam o trabalho com o cuidado com seus filhos ou as mães solteiras sofrem mais de estresse que pode desencadear a depressão.

Outros fatores incluem:

• História familiar de alterações do humor
• História de desordens do humor na adolescência
• Perda de um dos pais antes dos 10 anos de idade
• Perda de apoio social ou ameaça de tal perda
• Estresse psicológico ou social, como perda de emprego, relacionamento estressante, separação ou divórcio
• Abuso sexual ou físico durante a infância
• Uso de certos tratamentos para infertilidade
• Uso de alguns contraceptivos orais
• Mulheres podem apresentar depressão logo após terem um bebê, a chamada depressão pós-parto
• Certas alterações afetivas sazonais, mais comuns no inverno
• Transtorno bipolar, pois a depressão é uma parte da doença bipolar

A depressão pode ser familiar?


Sim. A depressão pode estar presente nas famílias. Quando isso acontece, ela geralmente começa nas idades entre 15 e 30 anos. Um traço familiar de depressão é muito mais comum em mulheres do que nos homens.

Qual a diferença da depressão em mulheres e homens?


A depressão feminina difere da masculina de várias maneiras:

Saiba por que a depressão é maior em mulheres? Depressão em mulheres pode ocorrer cedo, durar mais tempo, apresentar mais recorrência, ser mais associada a eventos estressantes da vida e ser mais sensível a mudanças sazonais.

As mulheres experimentam mais os sentimentos de culpa e têm mais tendência ao suicídio, embora atualmente elas cometam menos suicídio que os homens.
A depressão feminina é mais associada a desordens de ansiedade, como sintomas de pânico ou fobias e desordens alimentares.

Mulheres deprimidas tem maior tendência a abusar do álcool e outras drogas.
Como a tensão pré-menstrual (TPM) e a desordem disfórica pré-menstrual (DDPM) se relacionam com a depressão?

Três em cada quatro mulheres que menstruam têm TPM. Ela é caracterizada por sintomas emocionais e físicos que variam de intensidade de um ciclo menstrual para o outro. Mulheres com 20 a 30 anos são usualmente afetadas pela TPM.

Cerca de 3 a 5% das mulheres que menstruam têm DDPM, um tipo severo de TPM, marcada por sintomas emocionais e físicos muito fortes que antecedem em cerca de 10 dias o início da menstruação.

Na última década, estas condições foram reconhecidas como importante causa de desconforto e mudanças de comportamento em mulheres. Enquanto a relação entre TPM, DDPM e depressão permanece sem ser esclarecida, acredita-se que mudanças químicas no cérebro e flutuação dos níveis hormonais sejam fatores que contribuem para tal associação.

Muitas mulheres que sofrem de depressão associada à TPM ou DDPM melhoram com exercícios físicos e meditação. Para aquelas com sintomas severos, psicoterapia individual ou de grupo, medicamentos e manejo do estresse podem ajudar.

A prevalência de depressão aumenta na meia-idade?


A perimenopausa é o estágio da vida reprodutiva da mulher que começa oito a dez anos antes da menopausa e dura até o início desta. Neste período, os ovários começam a produzir gradualmente menos estrogênio e, na menopausa, param de produzir óvulos.

A menopausa é o período que a mulher para de menstruar e aparecem os sintomas decorrentes da queda de estrogênio. Por definição, uma mulher está na menopausa quando para de menstruar por um ano. Isto é uma parte normal da vida e marca o fim da vida reprodutiva da mulher. Tipicamente ela ocorre em mulheres na 4° ou 5° década de vida. Entretanto, aquelas mulheres que tiveram os ovários removidos cirurgicamente passam por uma menopausa repentina.

Esta queda de estrogênio desencadeia mudanças físicas e emocionais – como depressão, ansiedade e alterações de memória. Como em qualquer outra fase da vida da mulher, há uma relação entre os níveis hormonais e os sintomas físicos e emocionais. Algumas mudanças físicas incluem ciclos menstruais irregulares, ciclos mais intensos ou mais leves e ondas de calor.

Como lidar melhor com os sintomas da depressão?


• Evite tranquilizantes. Use-os se for extremamente necessário e somente com a prescrição de um médico.
• Mantenha uma dieta saudável.
• Faça exercícios regularmente.
• Engaje-se em algum projeto ou hobby que promova um sentido de realização à sua vida.
• Encontre uma prática de auto-controle – como ioga, meditação, técnicas de relaxamento por respiração lenta e profunda.
• Tenha boas noites de sono, mantenha seu quarto arejado e confortável.
• Procure apoio emocional com familiares, amigos ou profissionais.
• Mantenha-se conectado com sua família.
• Consolide seus laços de amizade.
• Participe de algum trabalho comunitário.
• Tome medicamentos, vitaminas e minerais como prescritos pelo seu médico.
• Caso você não consiga fazer isto sozinha, procure a ajuda de familiares, amigos ou profissionais especializados nos cuidados de saúde mental.

Como a depressão é tratada em mulheres?


Há uma variedade de métodos usados para tratar a depressão, incluindo medicações como antidepressivos e psicoterapia. A terapia familiar pode ajudar caso o estresse vivenciado na família contribua para a depressão. O seu psicólogo, psiquiatra ou psicanalista pode determinar qual é o melhor tratamento a ser seguido.

Sobre o tatamento da depressão sugerimos o artigo:


Qual profissional pode me ajudar no manejo da minha depressão?


Os mais procurados são os especialistas em saúde mental como psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e psicanalistas. Mas outros profissionais podem orientá-la como clínicos gerais ou médicos de família.

Existem centros comunitários que auxiliam pessoas com depressão, serviços universitários, programas de saúde mental em escolas médicas e clínicas particulares que podem ajudar pessoas deprimidas ou seus familiares.

Conheça o nosso Tratamento Espiritual para a depressão que pode servir como “auxiliar” no seu Tratamento médico.

Não deixe de consultar um médico se estiver sentindo os sintomas acima descritos ou desconfiar de depressão.


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Fontes: http://www.meuanjo.com.br/depressao-em-mulheres/

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Como curar o hipogonadismo – SOS Sobriedade

Hipogonadismo é defeito no sistema reprodutor que resulta na diminuição da função das gônadas (ovários ou testículos). Conheça o tratamento para curar o hipogonadismo!



Como curar o hipogonadismo

Hipogonadismo é um termo médico para um defeito no sistema reprodutor que resulta na diminuição da função das gônadas (ovários ou testículos).

As gônadas têm duas funções:

Produzir os hormônios (testosterona, estradiol, progesterona, inhibin B), activina

Produzir os gametas (óvulos ou espermatozóides).

Como curar o hipogonadismoA deficiência dos hormônios sexuais pode resultar em um desenvolvimento defeituoso das características sexuais primárias ou secundárias, pouco desenvolvimento das genitálias, ou efeitos de retirada (por exemplo, menopausa prematura) em adultos. O desenvolvimento defeituoso das gônadas resulta em infertilidade.

O termo hipogonadismo é geralmente aplicado para os defeitos permanentes, ao invés dos temporários ou reversíveis, e geralmente implica deficiência dos hormônios reprodutivos, com ou sem defeitos de fertilidade. O termo é menos usado para infertilidade sem deficiência hormonal.

Tratamento do Hipogonadismo


O tratamento do hipogonadismo deve objetivar a melhora dos sintomas trazendo bem estar físico, psicológico e social para o paciente. A reposição hormonal em homens com Hipogonadismo Tardio está indicada quando existe sintomatologia e níveis séricos de testosterona baixos (testosterona total abaixo de 300 ng/dl e livre abaixo de 6,5 ng/dl). A Organização Mundial de Saúde conclui que o maior objetivo da reposição é manter os níveis sanguíneos de testosterona próxima das concentrações fisiológicas.

Para manter os níveis sanguíneos de testosterona em equilíbrio e combater o hipogonadismo, recomendamos os artigos:


Os princípios de reposição da testosterona baseiam-se nas diretrizes da Organização Mundial de Saúde feitas em 1992:

• – usar testosterona natural.
• – manter níveis séricos na faixa fisiológica.
• – segurança.
• – possibilidade de término rápido de ação.
• – eficiência na melhora dos sintomas.
• – preços acessíveis.
• – liberação adequada.
• – flexibilidade de dose.

Clinicamente o tratamento deve objetivar:


– melhorar a densidade óssea, o que pode ser acompanhado através de densitometria óssea.

– aumentar a massa muscular com conseqüente aumento de sua força e tônus, graças a seu efeito anabólico protéico.

– melhora da libido e da ereção (neste último caso a reposição de testosterona aumenta o fluxo sanguíneo arterial peniano).

– estabilização do humor e das funções cognitivas.

Riscos do tratamento:


– exacerbação da doença prostática não diagnosticada. Avaliar cuidadosamente a próstata com exame físico e laboratorial (PSA) antes do início da reposição.

– aumento do risco de doença cardiovascular.

– riscos de eritrocitose devido à ação da testosterona como estimulante da eritropoiese. Monitorar a reposição com hemograma.

– hepatotoxidade. Pode ser monitorada com função hepática e também perfil lipídico.

A reposição tem contra indicações absolutas em homens com suspeita de câncer de próstata ou mama. Pode também ter contra indicação para homens com Hiperplasia Protática Benigna com obstrução vesical grave e no caso de obstrução moderada, deve-se avaliar o risco/benefício da reposição.

Os tratamentos atualmente disponíveis incluem comprimidos, injeções intra musculares, implantes, adesivos transdérmicos escrotais e não escrotais e gel.

Testosterona oral: o undecanoato de testosterona é o tratamento oral mais efetivo e seguro pela baixa toxicidade hepática, pois é absorvido pelo sistema linfático.

Transdérmicos: a reposição neste caso é a mais fisiológica pois refletem melhor o ciclo circadiano da testosterona. Utilizados sob forma de adesivos escrotais e não escrotais e também gel. Os adesivos são de fácil utilização e proporcionam níveis adequados de testosterona. Devem ser usados uma vez ao dia no período noturno. Apresenta como inconveniente irritação na pele local em alguns casos. O gel provoca menos irritação na pele e é de fácil uso. São indicados como uso diário e atingem níveis séricos adequados de testosterona.

Subcutâneos: não estão indicados em idosos pelo aumento de ocorrência de infecção local. Quando usados são aplicados a cada 4 ou 6 meses. Dose de 6X 100mg.

Injetáveis: os mais utilizados são de aplicação intra muscular. São baratos e utilizados mais amplamente(pode ser citado os enantatos e cipionatos de testosterona).

A alimentação saudável pode equilibrar o organismo e consequentemente aumentar os níveis de testosterona. Para isso recomendamos um programa de nutrição esportiva criado por Giovana Guido, a nutricionista esportiva que vai te ajudar a ganhar massa muscular e aumentar os níveis de testosterona através da alimetação saudável e da prática de exercícios. Confira!


Nutrição Esportiva Fácil para Profissionais de Fitness!

Este produto premium é indicado para Profissionais de Fitness ou atletas que queiram ter conhecimentos mais avançados sobre alimentação esportiva. Veja como manter o equilíbrio entre esporte e alimentação saudável!


Nutrição Esportiva Fácil para Profissionais de Fitness“Saiba tudo o que você está fazendo de errado em sua alimentação e o que precisa alterar para alcançar um corpo perfeito”

A base de qualquer esporte é a alimentação saudávelequilíbrio de nutrientes e alguns alimentos chave, então resolvi criar um livro que oriente de forma geral e prática um melhor consumo alimentar para que os esportistas e atletas possam atingir certos objetivos.

Os professores de educação físicatreinadores atletas acumulam muitas dúvidas em relação à alimentosnutrientesdietas suplementos.

Nutrição parece fácil, mas na prática, muita gente encontra dúvidas na hora de escolher certos alimentos, que quantidade usar, que horário usar, leitura de rótulos, light/diet, etc.

Aqui fica um resumo de tudo o que você irá aprender.

Neste livro a Drª Giovana Guido orienta de forma geral e prática um melhor consumo alimentar para que os esportistas e atletas possam atingir certos objetivos.

Os professores de educação física, treinadores e atletas acumulam muitas dúvidas em relação à sua dieta e/ou de seus alunos. Neste livro, de 115 páginas eu explico alguns temas fundamentais na criação de uma alimentação correta.


Aqui fica um resumo de tudo o que você irá aprender:

üComo Usar os Nutrientes Fundamentais na Nutrição   esportiva
üAprendendo a Calcular o Gasto Calórico
üAprendendo a Estruturar o Cardápio Ideal
üEsquema Por Modalidade Esportiva
üAprendendo as Instruções Gerais Para Cada Objetivo
üOs Alimentos-Chave na Dieta
üSugestões Pré e Pós Treino
üO Que Comer nos Intervalos
üA Importância da Hidratação
üDicas de Reeducação Alimentar
üA Utilização Correta dos Suplementos
üExemplo de Cardápios
üO Que Você Não Pode Esquecer no Supermercado

Apresentando a solução…

Tudo isto você irá conhecer no meu novo livro, indicado principalmente para profissionais de fitness ou atletas que pretendem conhecimentos mais avançados de nutrição esportiva.

Giovana Guido - Nutricionista Esportiva
Giovana Guido – Nutricionista Esportiva
Bônus 1: Receitas Para Ganhar Massa Muscular

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Bônus 5: Atualizações Gratuitas

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Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail!

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Fontes: http://www.medicinapratica.com.br/tag/hipogonadismo-tardio/

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Sintomas de recaída da dependência química – Desenvolvimentos de uma atitude de “não tenho nada com isto” – SOS Sobriedade

A omissão perante os problemas e dificuldades da nossa vida pode ser um sinal de que estamos em processo de recaída. Saiba mais…



Sintomas de recaída da dependência química – Desenvolvimentos de uma atitude de “não tenho nada com isto”

Sintomas de recaída da dependência química 

Devido à negação da qual já somos reféns, continuamos tentando agir como se não tivéssemos nada a ver com os problemas que estão acontecendo (minimização), como se alguma coisa estivesse dando errado em nossa vida por conta de alguma forma de azar ou destino.

O “não fazer nada” significa que talvez não tenhamos mais estruturas internas para lidar com os problemas e dificuldades que todo mundo tem. Estamos perdendo a nossa sanidade e equilíbrio.

E aos poucos vamos nos tornando impotentes novamente, mas ainda não é pelas drogas, mas perante a nossa vida pessoal, profissional, social, etc.

O problema é que já não participamos mais da reuniões de Grupo de Apoio, e é fundamental que voltemos a participar. Recomendamos o artigo:


Nesta fase participação nas reuniões de Grupo de Apoio é fundamental, pois é lá que encontramos um retorno de um companheiro de recuperação e forças para retomar o controle da nossa vida e lidar com situações de dificuldade.

Para saber mais sobre os Grupos de Apoio recomendamos os artigos:


Acreditamos firmemente que estamos fazendo o que precisa ser feito, e que se a nossa vida está absolutamente fora dos trilhos não é por nossa causa. Tudo isto para esconder de nós mesmos sentimentos de desesperança, uma crescente fata de auto respeito e auto confiança.




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Referência Bibliográfica:
Programa de Prevenção à Recaída
Autor: Pablo Kurlander
Comunidade Terapêutica Nova Jornada

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