Google+

Sintomas de abstinência

Abstinência

Como administrar a compulsão pelas drogas!

A compulsão é a necessidade de fazer algo mesmo que pareça desnecessário ou prejudicial, neste caso o uso compulsivo de álcool e drogas. Saiba como administrar a compulsão pelas drogas!

Mais >

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
e-book-crack80x801

O que é drogadição – SOS Sobriedade

Com origem no latim (addictu), o termo drogadição foi criado para definir todo e qualquer vício bioquímico de seres humanos em relação à alguma droga. Saiba o que é drogadição!


O que é drogadição


O que é drogadiçãoAlém disso, o termo é utilizado para se referir às causas do vício químico no que se refere à inclusão e exclusão do indivíduo na sociedade, fatores econômicos, políticos, genéticos e biofarmacológicos.

Segundo a definição encontrada no Dicionário Aurélio, o termo significa “afeiçoado, dedicado, apegado. Adjunto, adstrito, dependente. Em medicina é quem não consegue abandonar um hábito nocivo, mormente de álcool e drogas, por motivos fisiológicos ou psicológicos”.
Existem diversas formas de drogadição, uma delas é dependência psicológica, na qual o indivíduo tem a necessidade da utilização do entorpecente para uma sensação de bem estar ou alívio de tensões cotidianas. Geralmente é caracterizada pela busca repetitiva dos efeitos do início da utilização e manifesta-se no cérebro produzindo efeitos como redução dos sintomas de ansiedade, sensação de euforia, mudança agradável de humor, percepção dos sentidos alterada e sensação de aumento da capacidade física e mental.

Outra forma de drogadição é a dependência física, na qual o corpo adapta-se à certa substância. Assim, se a utilização da droga é interrompida, a pessoa passa por distúrbios físicos e entra em um estado chamado craving, que significa ânsia. Fatores como carga genética, constituição física da pessoa e formas de uso são variáveis que podem influenciar no tempo de uso da droga, o que também evidencia um aspecto da dependência física.

Para saber mais sobre a dependência química, física e psicológica, recomendamos o artigo:


O organismo passa a se adaptar à droga quando utilizada com bastante frequência e em quantidades elevadas. Esta adaptação ocorre por meio da homeostase, na qual o corpo cria mecanismos de defesa contra o entorpecente. Quando a ingestão do entorpecente é interrompida, o indivíduo entra em crise de abstinência.

Sobre a abstinência e os sintomas provocados por ela recomendamos os artigos:


Além da drogadição física e psicológica, há a toxicomania, definida pela utilização em excesso e por repetidas vezes de certo tipo de droga (pode ser mais de uma) sem justificação terapêutica. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a toxicomania caracteriza-se pelos seguintes fatores: compulsão de consumir o produto, tendência de aumentar as doses, dependência psicológica e/ou física,  surgimento de consequências sobre aspectos emotivos, sociais, econômicos relacionados indivíduo.




Siga a nossa página!

Gostou? Então compartilhe!

Tweet

Recomendamos que leia também




Fonte: http://www.infoescola.com/saude/drogadicao/

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
curso-alcool

Abstinência alcoólica, a pior que existe! | SOS Sobriedade

Invariavelmente, os primeiros dias sem o álcool são difíceis, pois o corpo e a mente do dependente exigem bebidas alcoólicas. Conheça alguns dos sintomas mais fortes da abstinência alcoólica!


Abstinência alcoólica, a pior que existe!

Abstinência alcoólica, a pior que existe!Os sintomas de abstinência real, física, têm curta duração: em 5 a 10 dias, o corpo já esqueceu da droga. Qualquer sintoma de abstinência depois do 10° dia de abstinência total são de natureza psicológica ou sintomas de algum distúrbio físico ou mental desenvolvido durante o uso da droga e não percebido durante a ativa.

Na primeira semana de abstinência do álcool, que pode ser muito grave, ou quando o dependente de qualquer droga desenvolva sintomas psiquiátricos potencialmente ameaçadores ou muito desconfortáveis, o médico geralmente entrará com medicação. Esta medicação não é para o resto da vida, mas para um período de tempo variável.

Recomendamos dois artigos que fala especificamente dos sintomas de abstinência causados pelo álcool. Vale a pena ler!


Um psiquiatra acostumado a tratar dependentes químicos pode empregar o esquema de suporte medicamentoso mais adequado ao caso.

A medicação evita que um quadro grave não se desenvolva e retira os sintomas mais grosseiros. Desde o primeiro comprimido, o dependente deve entender que não deve substituir a droga de abuso pela droga médica, e que medicação não pode resolver problemas de vida.

Algumas vezes, o paciente alcoolista tem risco ou desenvolve quadros de abstinência graves, ou está com a saúde tão debilitada pelo álcool que se espera complicações físicas. Nestes casos, ele necessitará de uma internação para desintoxicação. Esta internação é idealmente realizada em hospital clínico, e deve ser de curta duração (5 a 7 dias, em média). Muitos destes pacientes necessitam medicação IV (“soro”).

Em alguns casos, apesar da medicação, o paciente tem dificuldade de se manter longe da droga. Nestes casos, é sugerido ao paciente que considere uma internação em hospital psiquiátrico, para que consiga vencer os primeiros tempos de abstinência. Esta internação é mais longa, geralmente oscilando entre 30 a 90 dias.

Em outros casos ainda, o paciente, mesmo em abstinência, apresenta algum transtorno mental mais grave, por exemplo, com risco de suicídio ou confusão mental. Nestes casos, também se sugere a internação em hospital psiquiátrico.

Freqüentemente, familiares e amigos bem intencionados querem internar o paciente contra sua vontade. Os benefícios desta atitude são questionáveis. Embora realmente uma minoria dos pacientes internados “à força” acordem para a necessidade de tratamento após um período de afastamento forçado da droga, geralmente estas internações involuntárias são pouco efetivas.

Se o paciente apresenta grave transtorno mental, que, na opinião do médico e de seus familiares, limite sua capacidade de decidir por si mesmo, a internação involuntária pode ser realizada, sempre de acordo com a lei. Nestes casos, no entanto, não se trata de uma internação psiquiátrica para tratamento da Dependência Química, mas do transtorno mental relacionado a ela ou não.

Desde o primeiro dia de tratamento, o paciente deve estar consciente de que precisará de tratamento não-medicamentoso pelo resto de sua vida, se desejar a recuperação. Este tratamento pode ser feito em grupos de mútua ajuda (como os AA – Alcóolicos Anônimos e os NA- Narcóticos Anônimos) ou em grupos de apoio à abstinência em serviços de tratamento especializado em dependência química. Não importa como o paciente deseja fazer seu tratamento, a grupoterapia é fundamental.

Recomendamos ler os artigos que falam especificamente dos Grupos de Apoio.


Vencida a abstinência inicial, o paciente provavelmente já estará sem medicação, a não ser que algum quadro psiquiátrico se desenvolva que necessite de medicação não-indutora de dependência. Recomeçará, aos poucos, a remontar sua vida sem a droga.

Muitas vezes, a ajuda psicoterapêutica individual pode auxiliar o paciente nesta remontagem de vida. No entanto, somente a psicoterapia individual, sem o suporte grupal, dificilmente dá bons resultados. O paciente deve procurar um psicoterapeuta acostumado a tratar de dependentes químicos.

Finalmente, alguns pacientes necessitam de tratamentos mais prolongados em uma instituição, devido à grave situação psicossocial em que se encontram, que lhes impede de manter a abstinência e a recuperação na grande sociedade. Para estes pacientes, é recomendado o ingresso em uma Comunidade Terapêutica.

Os familiares do dependente, ou seja, todas aquelas pessoas que vivem em intimidade com o paciente, também necessitarão de orientação e tratamento específico.

Para saber mais detalhes sobre como funciona a dependência de álcool e como lidar com a situação recomendamos o curso:

Curso Dependência de Álcool: como lidar?

O curso “Dependência de Crack: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos. 

O curso tem como objetivo:

ü Responder perguntas frequentes a respeito dessa doença!

ü Esclarecer questões importantes para aqueles que convivem ou trabalham com indivíduos que sofrem desse problema!

ü Oferecer informações sobre as dependências e as diversas formas de tratamento!

Curso de fácil compreensão. Textos, vídeo aula, vídeos sobre o tema, textos complementares e questionários.
Curso Dependência de Álcool: como lidar?
Abstinência alcoólica, a pior que existe!




Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas sobre o curso entre em contato conosco pelo e-mail:

sossobriedade@gmail.com

Siga a nossa página!

Gostou? Então compartilhe!

Tweet

Recomendamos que leia também




Fonte: http://anovavida.tripod.com/tto.htm

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
box-vida-mental

Superando a fissura pela droga – As quatro forças de vontade

A fissura surge quando o dependente químico tem uma vontade incontrolável de usar álcool e/ou drogas. Controlar essa fissura é um desafio árduo para o dependente químico, mas que é possível quando há o desejo de parar. É a luta entre o desejo de usar contra o desejo de parar

Tweet


Superando a fissura pela droga – As quatro forças de vontade


Mas conforme vimos no 1º passo de A.A., não é tão simples assim, já que admitimos que somos impotentes perante o álcool e as drogas e que se tentarmos lutar sozinhos, fatalmente iremos perder. Para que possamos vencer a dependência precisamos de força de vontade, mas o que é “força de vontade”?

fissura drogaA força de vontade não é bem como muitos a entendem, ou seja, simplesmente ter vontade de parar e ficar esperando e relutando contra a dependência, isso é uma tortura e fatalmente iremos ser derrotados.

A “força” que vem da nossa vontade de parar são as ferramentas e recursos necessários que irão dar suporte e reforçar o processo de recuperação. Por exemplo, se tentarmos martelar um prego com a nossa mão, certamente vamos machucá-la, a nossa vontade é fixar o prego, mas não temos a ferramenta para isso. 

Se queremos temos a vontade de arrumar um emprego não basta o “querer”, tem que ir a luta, enviar curriculum, fazer visitas em agência de empregos, consultar em sites de emprego, etc. Somente querer não basta, tem que ter o esforço (sair à luta) em conjunto com os recursos (agências, curriculum, sites, etc.)

Assim é com a nossa dependência, ou seja, se não tivermos as ferramentas necessárias para superá-la e não tivemos o esforço diário, certamente vamos cair novamente.

As 4 forças de vontade

Físico

A nossa saúde física é a primeira força a ser trabalhada, mas não a única, é o primeiro passo para a nossa recuperação e o nosso fortalecimento. Nesta primeira fase é necessário:

– Atividades físicas;

– Alimentação;

– Dormir bem;

– Evitar a ociosidade e a apatia;

– Equilíbrio entre trabalho e descanso;

Mental

O fortalecimento da nossa saúde mental é fundamental para a nossa recuperação. Ela nos ajuda refletir melhor as nossas ações e comportamentos, nossas vontades e nossos erros. A mente funcionando bem, podemos pensar melhor e aprender coisas novas que irão servir de base para o nosso fortalecimento. Podemos exercitar a nossa mente da seguinte maneira:

– Leitura;
– Trabalho (qualquer forma de trabalho é uma forma de exercitar a mente);
– Participação de reuniões – Reuniões de grupos de apoio, partilhas, entre outras, são excelentes para exercitarmos a nossa mente. Perguntar se tiver dúvidas, expor as ideias, partilhar sentimentos, fazer comentários, etc. A participação ativa em reuniões fortalece a nossa saúde mental.

Emocional

A saúde emocional também é crucial para a nossa recuperação. É a nossa limpeza interior de velhos hábitos, pensamentos viciosos e negativos e emoções venenosas. Na recuperação da nossa saúde emocional vamos, aos poucos, fazendo uma faxina interior, retirando o lixo emocional que carregamos durante a nossa vida e preenchendo com coisas boas. São parte da saúde emocional:

 

– Escolher um padrinho de confiança para partilhar a nossa vida;
– Expor sentimentos com honestidade;
– Refletir sobre os nossos devaneios e danos causados às outras pessoas;
– Reparar os danos causados a outras pessoas, sempre que for possível (direta ou indiretamente);
– Evitar mentiras, distorções e comportamentos desonestos;
– Rever os nossos defeitos de caráter e comportamentos com honestidade e serenidade;
– Reforçar as nossas qualidades praticando-as no dia-a-dia (prontidão para ajudar);

Espiritual

A espiritualidade deve ser praticada diariamente, como forma de melhorar o nosso contato com o Poder Superior, com o mundo ao nosso redor e com as pessoas. A saúde espiritual nos dá paz de espírito, nos fortalece para continuarmos a viver em sobriedade. Dentre as práticas da espiritualidade estão:

– Oração – Invocar o nosso Poder Superior através da prece sincera seguida de ações que visam às mudanças e a renúncias;
– Desenvolver as nossas aptidões e qualidades em prol do bem comum;
– Buscar o comprometimento com atividades religiosas;
– Praticar os 12 passos diariamente, como forma de orientar as nossas ações e comportamentos;
– Vencer o orgulho e o egoísmo que é a raiz de todos os nossos sofrimentos e defeitos de caráter.

É importante lembrar que temos que respeitar as nossas limitações e que a recuperação física, mental, emocional e espiritual, acontece aos poucos, passo-a-passo e dia após dia. A recuperação acontece construindo estas estruturas diariamente, com paciência, determinação e perseverança, aprendendo com os fracassos e com as vitórias.


por Rodrigo Longo


Segue 3 cursos completos sobre como lidar com a Dependência de Cocaína e Crack, Álcool e Maconha! 

Comece agora!

Curso - Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?Curso – Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?

O curso “Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos. 

Curso de fácil compreensão. Textos, vídeo aula, vídeos sobre o tema, textos complementares e questionários. 


Mais informações >>




Curso Dependência de Álcool: como lidar?Curso Dependência de Álcool: como lidar?

É direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos. 

Desenvolvido com linguagem rápida e de fácil compreensão. Leituras de textos, vídeo aula, vídeos sobre o tema, textos complementares e questionários. 


Mais informações >>


Dependência de Maconha: como lidar?Dependência de Maconha: como lidar?

O curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos ou a quem esteja interessado em expandir seus conhecimentos e aprender informações atuais e práticas sobre a dependência de maconha. 

Mais informações >>




Tweet


 Veja Também!

Como superar os sintomas de abstinência

Síndrome de abstinência demorada – Comportamentos compulsivos

Mudanças que auxiliam na manutenção da recuperação da dependência química

Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?

Desintoxicação de cocaína

Dados do Artigo:

Hábitos e comportamentos negativos facilitadores da síndrome de abstinência demorada
Álcool e Drogas
Os hábitos e comportamentos negativos podem influenciar diretamente na nossa sobriedade e desencadear os Sintomas de Abstinência Demorada.Saiba mais!

Fontes:

KURLANDER, P. Apostila de Dependência Química. Avaré: Comunidade Terapêutica Nova Jornada, 2013.
MARQUES, K. I. G. Dificuldades na manutenção da abstinência nos toxicodependentes em tratamento. Santiago: Campus Universitário da Cidade da Praia, 2008.
Disponível em: http://bdigital.unipiaget.cv:8080/jspui/bitstream/10964/98/1/Katia%20Marques.pdf

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
images-252820-2529

Mudanças que auxiliam na manutenção da recuperação da dependência química

Vimos até aqui, que os sintomas de abstinência e as fissuras, bem como os hábitos, comportamentos e a maneira de pensar e agir influenciam diretamente na nossa recuperação. Agora, vamos refletir sobre as mudanças necessárias que podem auxiliar na manutenção da recuperação.

Tweet


Mudanças que auxiliam na manutenção da recuperação da dependência química


Mudanças internas


1) Fortalecer a autoestima


dependencia quimica

– Desenvolver as habilidades e qualidades;

– Superar os defeitos de caráter (orgulho, egoísmo, impaciência, etc.);

– Valorizar e reforçar as boas ações, as vitórias e conquistas;

– Evitar situações negativas e que estimulem o sentimento de inferioridade;

– Enxergar as dificuldades como um desafio a ser superado.

2) Mudar os pensamentos


– Reforçar os valores positivos como (honestidade, respeito, solidariedade, amizade, trabalho, família, espiritualidade, etc.);

– Eliminar os valores negativos (tirar vantagem em tudo, se gabar com comportamentos da adicção, sexo promíscuo, brigas, machismo, etc.);

– Ocupar satisfatoriamente o tempo (evitar pensamentos obsessivos);

– Refletir sobre os pensamentos (ação e reação, causa e efeito);

– Pensar positivamente.

3) Rever as emoções e sentimentos


– Superar os sentimentos e emoções negativas (raiva, inveja, vingança, culpa, ressentimentos, intolerância, etc.);

– Dar um novo significado aos sentimentos e emoções;

– Praticar o desapego e a renúncia;

– Praticar boas ações como forma de alimentar bons sentimentos e emoções;

– Reparar os danos os danos causados na adicção, mas na medida do possível e no momento certo;

– Buscar conviver em harmonia com o mundo e com as pessoas;

– Evitar ambientes, situações e conversas negativas e pessimistas;

– Praticar a espiritualidade como forma de alimentar bons sentimentos e emoções;

– Evitar discussões e brigas;

Mudanças externas


1) Fortalecimento pessoal


– Assumir responsabilidades e papéis de compromisso;

– Traçar metas e objetivos;

– Buscar a independência financeira;

– Saber falar não (evitar atitudes embalistas);

– Fortalecer a autoconfiança e a segurança, cumprindo as responsabilidades e exercendo os papéis de compromisso (não desistir na primeira dificuldade);

– Encarar os fracassos como aprendizado e como uma oportunidade de crescimento;

– Aceitar e pedir a ajuda dos outros quando necessário;

2) Fortalecimento da saúde física


– Evitar o sedentarismo e a apatia;

– Praticar atividades físicas (as atividades físicas proporcionam a sensação de bem-estar, combatem a ansiedade, o estres entre outros benefícios);

– Alimentação equilibrada.

3) Fortalecimento mental


– Leitura e estudos;

– Trabalho;

– Reuniões de grupos de apoio;

– Conversas produtivas.

4) Fortalecimento espiritual


– Frequentar ativamente de eventos religiosos (reuniões, cultos, missa, estudos bíblicos, etc.);

– Combater o materialismo e o consumismo (desapego e renúncia);

– Reforçar os valores espirituais (fé, caridade, amor, perdão, esforço próprio, igreja, comunidade, comunhão com Deus, oração, família, amizade, etc.).

5) Outras mudanças


– Praticar os valores familiares (honestidade, amor, respeito, responsabilidades e papéis de compromissos);

– Aceitar ajuda;

– Tomar decisões (romper com os círculos viciosos da co-dependência);

– Evitar brigas e discussões (romper com os círculos viciosos);

– Conviver com os amigos de recuperação;

– Fazer novos amigos saudáveis;

– Frequentar novos ambientes;

– Evitar antigos ambientes de risco (bares, baladas, pontos de tráfico, etc.);

– Ser pontual no trabalho e cumprir com as responsabilidades;

– Evitar fofocas no trabalho;

– Evitar desavenças e confusões com os colegas de trabalho;

– Não se relacionar com qualquer tipo de mulher, ser cauteloso, não pensar só no prazer sexual, saber esperar a pessoa certa e que poderá contribuir positivamente com a nossa recuperação e com a nossa vida em geral.


por Rodrigo Longo

Tweet

 Veja Também!

Como superar os sintomas de abstinência

Síndrome de abstinência demorada – Comportamentos compulsivos

Hábitos e comportamentos negativos facilitadores da síndrome de abstinência demorada

Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?

Desintoxicação de cocaína

Dados do Artigo:

Mudanças que auxiliam na manutenção da recuperação da dependência química
Álcool e Drogas
Reflexão sobre as mudanças de hábitos e atitudes, necessárias para a manutenção da recuperação da dependência química.Saiba mais!
Autor:
Rodrigo Longo – SOS Sobriedade, 07 de Janeiro de 2014

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
images-252820-2529

Hábitos e comportamentos negativos facilitadores da síndrome de abstinência demorada

Os hábitos e comportamentos negativos podem influenciar diretamente na nossa sobriedade e desencadear os Sintomas de Abstinência Demorada. Estes hábitos podem ser o reflexo da sequência anterior do comportamento compulsivo, onde, por várias vezes em que reprimimos os stress, desenvolvemos uma série de hábitos e comportamentos compulsivos, como forma de compensar esse estress e ansiedade.

Tweet


Hábitos e comportamentos negativos facilitadores da síndrome de abstinência demorada


Para o Psicólogo Pablo Kurlander (2013), os hábitos “são aquelas atitudes, positivas ou negativas, que repetidas uma e outra vez se tornam quase que automáticas”. Os hábitos tornam-se tão corriqueiros na nossa vida, que não precisamos pensar para eles acontecerem, acostumamos a praticá-los sem pensar.

Kurlander (2013) ainda afirma que:

dependencia quimicaNos casos dos dependentes químicos estamos falando, é claro, de impotência perante hábitos negativos. Muitos defeitos de caráter, como a mentira, por exemplo, se tornam tão comuns na vida do dependente que chegam a se transformar em hábitos. é o caso da pessoa que já não mente somente quando a situação o “requer”, mas mente o tempo inteiro, mesmo nas situações mais insignificantes.

Marques (2008), diz que ”o grande desafio da recuperação é substituir a rotina centrada na droga por novos hábitos”. Ainda afirma que os hábitos devem ser revistos como forma de evitar e controlar os “estímulos de eventos desencadeadores do comportamento de consumo”. Isso quer dizer que estes estímulos podem enfraquecer a pessoa que está em recuperação, e que a melhor forma de lidar com isso é a mudança de hábitos e comportamentos.

Assim, os hábitos e comportamentos como, frequentar determinados lugares, falar de determinados assuntos que lembram a vida de adicção, lembrar das falsas conquistas como roubos, deturpações sexuais, brigas, quantidade de drogas que usava, entre outros hábitos podem nos colocar em contato com a nossa antiga realidade e desencadear os sintomas de abstinência novamente.

Muitas vezes esses hábitos e comportamentos são uma forma de aliviar a tensão gerada pelo stress e ansiedade, mas que a longo prazo podem provocar sintomas de abstinência e uma possível recaída. Para a Psicóloga Rosemeiry são “Comportamentos que produzem problemas a longo prazo em troca do alívio imediato/momentâneo”.

Estas ações produzem intensa excitação e euforia, seguida por dor e desconforto.

Dentre os hábitos e comportamentos destacam-se os que mais influenciam na recuperação e que podem contribuir com o reaparecimento dos Sintomas de Abstinência:

Comportamentos internos

– Pensamentos, sentimentos e emoções;

– Defeitos de caráter;

– Obsessão;

Comportamentos externos

– Hábitos negativos;

– Compulsão (trabalhar demais, comer demais, sexo promíscuo, jogos de azar, comprar em exagero);

Estes hábitos e comportamentos podem ser uma forma de canalizar o desconforto gerado pelos sintomas de abstinência, como podem também ser uma consequência deles, podendo assim, desencadear o processo de recaída.


por Rodrigo Longo

Tweet

 Veja Também!

Como superar os sintomas de abstinência

Síndrome de abstinência demorada – Comportamentos compulsivos

Mudanças que auxiliam na manutenção da recuperação da dependência química

Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?

Desintoxicação de cocaína

Dados do Artigo:

Hábitos e comportamentos negativos facilitadores da síndrome de abstinência demorada
Álcool e Drogas
Os hábitos e comportamentos negativos podem influenciar diretamente na nossa sobriedade e desencadear os Sintomas de Abstinência Demorada.Saiba mais!

Fontes:

KURLANDER, P. Apostila de Dependência Química. Avaré: Comunidade Terapêutica Nova Jornada, 2013.
MARQUES, K. I. G. Dificuldades na manutenção da abstinência nos toxicodependentes em tratamento. Santiago: Campus Universitário da Cidade da Praia, 2008.
Disponível em: http://bdigital.unipiaget.cv:8080/jspui/bitstream/10964/98/1/Katia%20Marques.pdf

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
drogas na adolescência

Comportamentos compulsivos e os Sintomas de Abstinência Demorada

A recuperação da dependência química busca a manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou drogas. Posto que a recuperação é um processo que dura a vida toda, o dependente químico sempre estará buscando a manutenção da sua sobriedade, através dos recursos e ferramentas disponíveis, como terapias pessoais e grupais, busca espiritual e a prática religiosa, grupos de apoio como NA e AA, entre outros suportes.

Tweet


Comportamentos compulsivos e os Sintomas de Abstinência Demorada


Aquele que não busca estar envolvido com o programa de recuperação e com estes recursos disponíveis começa, aos poucos, experimentar os sintomas de abstinência demorada, o que pode facilitar a recaída.

sintomas de abstinenciaGonçalves (2002), em uma pesquisa realizada com dependentes em recuperação, constatou que ”Foi preciso mudar o ambiente (fazer coisas novas) para que o ambiente modificado (…) possa interferir sobre o indivíduo, modificando-o”. O autor define esta questão como ”positivamente reforçadoras” de comportamento e de mudança de estilo de vida, a fim de prevenir recaídas.

Milby (1988), diz que existem vários períodos de abstinência no curso da dependência, o que torna a manutenção da recuperação ainda mais necessária.

Por isso, durante o tratamento o dependente químico deve buscar todas as ferramentas necessárias para se fortalecer e, assim começar a lidar com os desafios e dificuldades da vida em sobriedade.

Durante o uso, éramos acostumados a lidar com os desafios e dificuldades sob os efeitos de drogas e/ou álcool, o que só aumentava os problemas. Agora, em sobriedade, temos o grande desafio de aprendermos a lidar com as nossas vidas de maneira sóbria, enfrentando as adversidades e os desafios com lucidez e serenidade.

Para Ferreira (2012):

A recuperação parcial começa quando o DQ – Dependente Químico depara com uma tarefa, acha que não vai conseguir realizar – ponto de bloqueio – a consequência é de uma sobriedade com baixa qualidade. Em vez de procurar ajuda, começa a negar o problema. A negação bloqueia a percepção de que algo está errado.

Assim, quando bloqueamos e negamos os nossos problemas e dificuldades, estamos reprimindo uma carga de energia negativa muito grande, o que pode gerar estress, angústia, ansiedade, inquietação, mal-estar, etc. Então, novamente começam a surgir os sintomas de abstinência.

Todos esses sintomas refletem no dia-a-dia do dependente químico através de hábitos, pensamentos e emoções negativas, tornando-se cada vez mais compulsivos. Percebe-se então, um comportamento parecido com o que o dependente tinha na vida de adição, onde antes, era compulsivo e refém do uso de álcool e/ou drogas, agora torna-se compulsivo e refém de seus próprios pensamentos, sentimentos e emoções, o que pode em um futuro próximo resultar no mesmo fim, o uso de álcool e/ou drogas novamente.

Todo esse sistema pode ser resumido através da seguinte sequência:


Tarefa + bloqueio = stress + negação = stress aumentado + ansiedade = comportamento compulsivo


por Rodrigo Longo

Tweet

 Veja Também!

Hábitos e comportamentos negativos facilitadores da síndrome de abstinência demorada

Síndrome de abstinência demorada – Comportamentos compulsivos

Mudanças que auxiliam na manutenção da recuperação da dependência química

Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?

Desintoxicação de cocaína

Dados do Artigo:

Comportamentos compulsivos e os Sintomas de Abstinência Demorada
Álcool e Drogas
Todos esses sintomas refletem no dia-a-dia do dependente químico através de hábitos, pensamentos e emoções negativas, tornando-se cada vez mais compulsivos.Saiba mais!

Fontes:
FERREIRA, D. B. Síndrome de abstinência. Jornal de Anápolis, 2012. Disponível em: http://www.oanapolis.com.br/v3/coluna.asp?name=FALANDO%20DE%20PSICOLOGIA&id=12108. Acesso em: 27 dez. 2013.
GONÇALVES, F.C.L.; GONÇALVES, M.J.L.; GUARANY, M.A. Dificuldades para abandonar as drogas: Uma comparação de relatos de egressos de sistemas de tratamentos fechado e aberto. Belém: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da UNAMA , 1999.
MILBY, J.B. A dependência de drogas e seu tratamento. São Paulo: Pioneira, 1988.

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
images-252825-2529

Como superar os sintomas de abstinência!

A dependência química é uma doença que não tem cura e que afeta todas as estruturas da nossa vida (vida familiar, social, profissional, etc). Um dos sinais mais evidentes da dependência química são os sintomas de abstinência que surgem quando o dependente interrompe o uso de álcool e/ou drogas.

Tweet


Como superar os sintomas de abstinência?

O que é sintoma de abstinência?

Sintoma de abstinência ou Síndrome de abstinência é um conjunto de modificações físicas e psíquicas que se dão em razão da suspensão brusca do consumo de álcool e drogas. São sinais de aviso que aparecem devido à suspensão do uso.

Lima (2009), afirma que ”A síndrome de abstinência pode ser aguda, de curto prazo, ou demorada, com duração que pode ir de dias a até anos”.

Síndrome de Abstinência Aguda (SAA)

Sintomas que aparecem até 72 horas após o uso, como compulsão, tremores, vontade de ir embora e manipulação.

Síndrome de Abstinência Demorada (SAD)

São sintomas baseados na sobriedade que ocorrem a partir de meses ou anos após o uso final da droga. Estes sintomas podem ser chamados de “fissura”, que significa “o desejo intenso de usar”.

Estes sintomas podem causar alterações de comportamento e reações no organismo da pessoa, como sensações físicas e distúrbios psíquicos.

Sintomas comuns de abstinência

Dentre os sintomas de abstinência destacam-se:

Como superar os sintomas de abstinência!Desânimo, cansaço, ansiedade, dor, angústia, insônia, falta de ar, dificuldade de concentração, obsessão e compulsão, aumento de apetite, perda de apetite, irritabilidade, mal-estar e choro fácil.

Muitos dependentes quando interrompem o uso de álcool e/ou drogas, estão muito debilitados fisicamente e mentalmente, havendo a necessidade do uso de medicamentos que amenizam os sintomas de abstinência, mas nos casos em que a dependência é mais psíquica do que física e dependendo do nível de dependência que pode ser avaliado por especialistas é possível superar os sintomas sem o uso de medicamentos.

Para que possamos superar os sintomas de abstinência, precisamos em primeiro lugar admitirmos que eles existem, conhecer estes sintomas, quando eles surgem e a frequência destes sintomas.

O 1º Passo que fala sobre a admissão da impotência perante o álcool e as drogas, vêm nos mostrar que, se somos impotentes, juntamente com essa impotência, sofremos com a falta daquilo que somos dependentes e esse sofrimento pode surgir através dos sintomas de abstinência.

Ora, se admitimos a impotência perante o álcool e as drogas, temos que admitir que estes sintomas existem, que vamos passar por eles e que precisamos entendê-los melhor.

Admitir a presença dos sintomas de abstinência e que eles são normais, principalmente na fase inicial de recuperação, é o primeiro passo para lidarmos com eles.

Assim, precisamos de recursos necessários para superarmos estes sintomas e não sermos induzidos a abandonar o tratamento por causa deles e darmos continuidade ao processo de recuperação.


por Rodrigo Longo

Tweet

 Veja Também!

Hábitos e comportamentos negativos facilitadores da síndrome de abstinência demorada

Síndrome de abstinência demorada – Comportamentos compulsivos

Mudanças que auxiliam na manutenção da recuperação da dependência química

Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?

Desintoxicação de cocaína

Dados do Artigo:

Como superar os sintomas de abstinência!
Álcool e Drogas
Sintoma de abstinência ou Síndrome de abstinência é um conjunto de modificações físicas e psíquicas que se dão em razão da suspensão brusca do consumo de álcool e drogas. Saiba mais!

Fontes:
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS. Os Doze Passos. Disponível em: http://www.alcoolicosanonimos.org.br/36-principios/os-doze-passos.html. Acesso em 30 dez. 2013.
LIMA, D. S. Alcoolismo no trabalho: Uma percepção sobre as condições do servidor alcoolista. Brasília: Universidade de Brasília, 2009.

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
box-vida-mental

Desintoxicação de cocaína

A cocaína é uma das drogas que mais causa dependência e as consequências físicas e psíquicas causadas pelas drogas afetam diretamente a vida familiar, profissional, social e outras áreas da vida da pessoa.

Tweet


Desintoxicação de cocaína

A fim de superar a dependência de cocaína, o dependente terá que superar o período de desintoxicação, que pode levar em média três meses ou mais, dependendo da pessoa. Os problemas de saúde imediatos relacionados à dependência física da droga são os primeiros à serem diagnosticados e tratados. Assim, o objetivo desta primeira fase do tratamento é estabilizar fisicamente a pessoa através da terapia pessoal, terapia de grupo e medidas de recuperação dos sintomas de abstinência.


Os sintomas de abstinência da cocaína

A cocaína é uma droga que causa dependência física e psíquica, mas em maior parte psíquica e que apresentam muitos sintomas de abstinência, dos quais se destacam:


Desintoxicação de cocaína

Dores de cabeça

Dores musculares

Fadiga

Irritabilidade

Agressividade

Vontade de abandonar o programa de recuperação

Paranoia

Fadiga

Medo

Insônia

Inquietação

Pesadelos

Depressão

Obsessão

Aumento do apetite

Mal-estar


Existem muitos sintomas de abstinência que estão relacionados à estes que foram descritos e que estão associados a mecanismos de defesa, onde o dependente tende a projetar os sintomas em pessoas e coisas, negar os sintomas, reprimi-los entre outras formas de defesas. Os mecanismos de defesa são processos inconscientes, ou seja, o dependente não consegue percebê-los, e são utilizados como forma de amenizar o sofrimento causado pela falta da droga.


O processo de desintoxicação de cocaína

O objetivo inicial do programa de recuperação da dependência de cocaína consiste em ajudar o dependente a evitar a volta ao uso durante o processo de desintoxicação de cocaína, fase mais crítica do tratamento. Nesta fase também é importante a recuperação da lucidez e sanidade do dependente, uma vez que, em muitos casos, ele não está em condições de agir e pensar de maneira coerente e lúcida. Daí a necessidade de, em grande parte dos tratamentos, a retirada do dependente para a abstinência forçada, onde é necessário que o dependente fique em regime fechado (clínicas de recuperação, comunidades terapêuticas, etc.) e esteja em condições em que a droga não esteja por perto e que não corra o risco dele ter uma recaída.


Tratamento da dependência de cocaína

O tratamento da dependência de cocaína tem dois objetivos, o primeiro consiste em tratar os primeiros sintomas, os problemas de saúde imediatos relacionados à dependência física da droga e, por último, ajudar o dependente a evitar a recaída através de programas de manutenção preventiva. A manutenção preventiva pode ser chamada de abstinência estável, onde o dependente não usa por vontade própria e consegue retomar a sua vida.


O programa de tratamento pode ser dividido em fases:


Avaliação física e psicológica

A primeira avaliação, uma espécie de triagem, que busca conhecer melhor o dependente e o estado físico e mental que ele se encontra. As primeiras informações obtidas nesta avaliação servirá de base para o tipo de assistência e tratamento adequado a ser adotado.


Posicionamento

Com as informações obtidas na avaliação, inicia-se o planejamento que irá orientar o processo de recuperação. Nesta fase, é importante analisar o que precisa mudar a fim de desintoxicar e recuperar a pessoa, como o comportamento, defeitos de caráter, necessidades e limitações da pessoa, hábitos e emoções negativas.


Ação

Nesta fase o dependente em recuperação já superou a fase de desintoxicação física e é hora de aplicar o que foi planejado, como a mudança de comportamento, defeitos de caráter, necessidades e limitações, hábitos e emoções negativas. A fase da ação é necessária para a desintoxicação psíquica do dependente.


Manutenção

Agora o dependente encontra-se em fase de abstinência estável, e os sintomas físicos de abstinência já foram superados e, através da manutenção do programa de recuperação e do que foi aprendido no tratamento, a desintoxicação e os sintomas psíquicos vão sendo superados. A manutenção é necessária para prevenir a recaída, uma vez que a dependência química não tem cura, porém é possível viver bem e com qualidade de vida através da manutenção preventiva e tomando certos cuidados com situações que podem colocar a sobriedade em risco.


É importante dizer que não existe um período de tempo exato para ocorrer este processo de recuperação, dependendo de cada caso, das dificuldades e limitações do dependente e das suas limitações físicas e psíquicas.


O ideal é que, depois do tratamento, o dependente busque continuar as terapias pessoais e de grupo, além de buscar outras ferramentas que podem ajuda-lo na sua recuperação, como atividades esportivas, arte, música, espiritualidade, bom convívio familiar, social e profissional.


por Rodrigo Longo


Segue 3 cursos completos sobre como lidar com a Dependência de Cocaína e Crack, Álcool e Maconha! 

Comece agora!

Curso - Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?Curso – Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?

O curso “Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos. 

Curso de fácil compreensão. Textos, vídeo aula, vídeos sobre o tema, textos complementares e questionários. 


Mais informações >>




Curso Dependência de Álcool: como lidar?Curso Dependência de Álcool: como lidar?

É direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos. 

Desenvolvido com linguagem rápida e de fácil compreensão. Leituras de textos, vídeo aula, vídeos sobre o tema, textos complementares e questionários. 


Mais informações >>


Dependência de Maconha: como lidar?Dependência de Maconha: como lidar?

O curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos ou a quem esteja interessado em expandir seus conhecimentos e aprender informações atuais e práticas sobre a dependência de maconha. 

Mais informações >>


Tweet

 Veja Também!

Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?

Cocaína – Efeitos

Drogas ilícitas

Metanfetamina – Efeitos chocantes

Desintoxicação de maconha

Dados do Artigo:

Desintoxicação de cocaína
Tipos de drogas
A desintoxicação é a fase mais crítica no tratamento da dependência de cocaína. Saiba mais!

Fontes:
http://sobriedade.comsaudebrasil.com/desintoxicacao/desintoxicacao-da-cocaina

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
box-dependencia-maconha

Desintoxicação de maconha

Embora algumas pessoas consigam abandonar a maconha sem passar por um tratamento ou programa de recuperação, o acompanhamento por especialistas e programas adequados ainda é necessário. A pessoa que consegue para sozinha, sofre mais por não conhecer os sintomas de abstinência e não aprender a lidar com os fatores psíquicos e emocionais que envolvem a dependência.

Tweet


Desintoxicação de maconha

O processo de recuperação sob a orientação de um especialista e de um programa eficiente proporciona ao dependente melhor qualidade de vida e pode evitar que ele venha a ter recaídas por não suportar os sintomas de abstinência e desintoxicação.

O que é desintoxicação?

A maconha provoca alterações no funcionamento do sistema nervoso central, produzindo efeitos colaterais que para os usuários são sensações de bem-estar. Quando o usuário interrompe o uso inicia-se o processo de desintoxicação da maconha, ou seja, o processo de limpeza física e mental. Muitos usuários de maconha ficam agressivos após a suspensão do uso, mas isso faz parte dos sintomas de abstinência e do processo de desintoxicação.

Desintoxicação de maconha

É importante saber que alguns especialistas aderem o uso de medicamentos como antidepressivos, ansiolíticos, entre outros, para ajudar o paciente a superar os sintomas de abstinência, mas existem programas de recuperação que buscam tratar da pessoa como um todo e não só dos sintomas. Os medicamentos amenizam os sintomas, mas não recuperam a pessoa, além de correr o risco de adquirir a dependência de medicamentos, que a longo prazo, pode provocar efeitos colaterais e outros distúrbios e doenças, como por exemplo, a depressão.

 

Quando a pessoa usa medicamentos ela desintoxica-se da maconha, porém intoxica-se com medicamentos, o que faz com que a pessoa substitua uma droga pela outra.

Doenças e transtornos correlacionados à dependência de maconha

De acordo com um estudo publicado pelo Jornal da Criança e do Adolescente e do Abuso de Substâncias, a predominância de transtornos coexistentes são comuns. Os pesquisadores descobriram que daqueles que entraram em um programa de tratamento para a dependência de maconha:

74% tinham um transtorno de conduta;

77% tinham TDAH;

37,7% tinham depressão;

28,8% apresentavam distúrbios de ansiedade.

Há casos em que alguns dependentes de maconha apresentam diversos transtornos mentais, além da dependência, o que dificulta ainda mais a recuperação. Também há alguns casos que estes transtornos podem contribuir para a dependência. Avaliar estes transtornos e as condições em que o dependente se encontra, pode ajudar a começar as terapias para aliviar os sintomas e a recuperar a pessoa.

O processo de desintoxicação física pode levar de uma a duas semanas, depende do tempo e frequência de uso, porém a desintoxicação psíquica pode levar meses, dependendo da evolução da pessoa no tratamento.

Os benefícios de programas de desintoxicação e recuperação da dependência de maconha

Sabe-se que a recuperação de qualquer dependência de drogas e álcool é difícil, umas mais e outras menos, mas que os sintomas de abstinência são fortes e comprometem a sanidade da pessoa e consomem muita energia. Por isso, um programa de recuperação através da internação torna-se cada vez mais benéfico, visto que, para um dependente é difícil recuperar-se em casa, pois o convívio com os amigos, lugares como bares e pontos de tráfico facilitam a volta ao uso.

A internação ajuda o dependente a se recuperar devido à abstinência forçada, ou seja, não há pessoas e ambientes facilitadores e situações de risco de recaída, e quando o dependente termina o tratamento, ela já passou pelo processo de desintoxicação e abstinência física, e pode retomar a sua vida limpo.

O programa de desintoxicação da maconha

O programa de desintoxicação não recupera a pessoa, é apenas o primeiro passo para a recuperação. Há dois tipos de desintoxicação, a física e a psíquica.

A desintoxicação física:

Nesta fase não há mudança de comportamento e o dependente de maconha supera os sintomas mais críticos como, mal-estar, irritabilidade gerada pela falta da droga, insônia, entre outros. Estes sintomas podem durar além da fase de desintoxicação em determinados casos, o que exige que o dependente continue em observação e cuidados especiais.

A desintoxicação psíquica:

A desintoxicação psíquica pode levar meses e até anos, e está relacionada com os transtornos de conduta e distúrbios mentais. É um processo lento e gradativo, que envolve longas sessões de terapia e acompanhamento. A desintoxicação psíquica só é eficiente mediante um programa de recuperação que busca tratar da pessoa à longo prazo.

O programa de recuperação da dependência da maconha

É mais completo e eficiente que o programa de desintoxicação, por não tratar apenas dos sintomas e da desintoxicação física da pessoa. Os programas de recuperação buscam tratar dos transtornos mais enraizados no dependente, reconstruir certos comportamentos e permitir melhor qualidade de vida à pessoa.

Para evitar recaídas o dependente de maconha deve continuar a manutenção da recuperação através de terapias pessoais e grupais, e outras ferramentas, como atividades esportivas, espiritualidade (conforme a sua religião). Assim, aos poucos, o dependente vai desintoxicando-se dos velhos hábitos e comportamentos, além de recuperam a sua sanidade mental e emocional.

Os grupos de apoio podem ajudar o dependente na manutenção da sua recuperação, a fim de evitar recaídas, como por exemplo, os Narcóticos Anônimos.


por Rodrigo Longo



Curso-Dependência de Maconha: como lidar? 
curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado aosprofissionais da área da saúdeeducação a pais de dependentes químicos e qualquer pessoa que desejar saber mais sobre a dependência de maconha!
Dependência de Maconha: como lidar?
Existem muitos relatos de pessoas que admitem não serem dependentes de maconha. Acontece que nem sempre é assim, algumas pessoas podem ficar dependentes de maconha.

A maconha causa dependência?

As pessoas que fumam maconha podem ficar dependentes sim!

Em 1993 nos Estados Unidos, mais de 100.000 pessoas que procuraram ajuda em programas de tratamento apontavam o seu uso de maconha como causa da necessidade do tratamento.

dependência química é progressiva porque avança, ou seja, vai se tornando cada vez mais grave com o passar do tempo. Aos poucos ela vai comprometendo todas as áreas da vida da pessoa e, naturalmente, se desenvolve fazendo com que o indivíduo necessite de maiores quantidades em maior frequência para obter o mesmo efeito que tinha antes, ou seja, dosagens cada vez maiores. Chamamos esta progressão de tolerância orgânica.

Alguns dos consumidores frequentes podem desenvolver tolerância à droga; frequentemente o usuário relata um aumento progressivo da quantidade de maconha que consome.

Assim, este cursos vai mostrar uma visão abrangente sobre a dependência de maconha, a fim de oferecer recursos para que os profissionais da saúde, educadores e pais de dependentes de maconha aprendam a lidar a dependência da maconha, que é uma realidade cada vez mais comum e presente nas nossas vidas.

Quem não tem ou nunca teve alguém na família ou um amigo ou parente que teve problemas com droga? 

Hoje, as drogas são uma realidade e está em todos os lugares, nas ruas, nas escolas, nos grupos de amigos e até na nossa família, e muitas vezes não percebemos que elas estão à nossa volta por falta de conhecimento. Este curso pode ajudar a percebê-las e a lidar com a situação!

Sobre o curso “Dependência de Maconha: como lidar?”


O curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos ou a quem esteja interessado em expandir seus conhecimentos e aprender informações atuais e práticas sobre a dependência de maconha. O curso tem como objetivo responder perguntas frequentes a respeito dessa doença, esclarecendo questões importantes para aqueles que convivem ou trabalham com indivíduos que sofrem desse problema.

Professores

Aline Baptistão- Psicóloga CRP 06/94648, Ana Carolina Schimidt – Psicóloga CRP 06/99198 e Dr. Hewdy Lobo Ribeiro CREMESP 114681.

Dependência de Maconha: como lidar?


Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco:
sossobriedade@gmail.com


Tweet

 Veja Também!

Maconha – Efeitos Colaterais

Desintoxicação de cocaína

Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?

Cocaína – Efeitos

Drogas ilícitas

Metanfetamina – Efeitos chocantes

Dados do Artigo:

Desintoxicação de maconha
Tipos de drogas
A desintoxicação é a fase mais crítica no tratamento da dependência de maconha. Saiba mais!

Fontes:
http://sobriedade.comsaudebrasil.com/desintoxicacao/desintoxicacao-da-maconha

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
images-252520-2525287-252529_thumb-25255B2-25255D

Delirium tremens – Sintoma de abstinência

O delirium tremens é uma psicose, uma espécie de crise em que a pessoa sofre delírios e alucinações e que são causados pela abstinência ou suspensão do uso de drogas, alcoolismo ou uso prolongado e abusivo de medicamentos como os benzodiazepínicos ou barbitúricos. É o estágio mais avançado da abstinência e de difícil tratamento, pois a pessoa apresenta quadros de confusão mental.

Tweet

Delirium Tremens

Sintoma de abstinência

A pessoa que está em abstinência e sofrendo de delirium tremens apresenta um quadro difícil de diagnosticar devido ao estado de confusão mental que a pessoa se encontra. Ela não sabe onde está, em que dia está, não consegue prestar atenção em nada, fala com dificuldade e de maneira confusa e desorganizada, a noite pode ficar mais agitado do que de dia.

 delirium tremens

Sintomas do delirium tremens

Alucinações e delírios

Tremores intensos

Convulsões

Insônia

Medo

Perturbações da consciência e confusão

Agitação


O Delirium Tremens é uma condição potencialmente fatal, principalmente nos dias quentes e nos pacientes debilitados. A fatalidade quando ocorre é devida ao desequilíbrio hidro-eletrolítico do corpo.

Tweet

Veja Também!

Álcool

Abstinência Alcoólica – Sintomas e tratamentos

Benzodiazepínicos – Rivotril, Diazepan, Lexotam e outros

Barbitúricos – Calmantes e sedativos

Ansiolíticos – Tranquilizantes e relaxantes

Dados do Artigo:

Delirium tremens – Sintoma de abstinência
Sintomas de abstinência

O delirium tremens é uma psicose, uma espécie de crise em que a pessoa sofre delírios e alucinações e que são causados pela abstinência do uso de drogas, álcool ou medicamentos. Saiba mais!

Fonte:
http://www.antidrogas.com.br/causas.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicose

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare
álcool e drogas

Sintomas de abstinência

Sintoma de abstinência ou Síndrome de abstinência é o “conjunto de modificações orgânicas que se dão em razão da suspensão brusca do consumo de droga geradora de dependência física e psíquica, como o álcool, a heroína, o ópio, a morfina, etc.” 1 Caracteriza—se em geral por alucinações e crises convulsivas. Saiba mais…





A definição da Wikipédia, a enciclopédia livre explica claramente que os sintomas abstinência são reações orgânicas, causada pela dependência química, no contexto físico e psíquico, e que pode causar sérias perturbações ao organismo dependente, desde alterações comportamentais até sensações físicas.


Os sintomas de abstinência são a evidência mais palpável da presença da dependência. Quase todas as drogas são capazes de desencadear sintomas de abstinência. Basicamente existem alguns sintomas que são o sofrimento mental, o sofrimento físico e o mal-estar, mas a intensidade dos sintomas é progressiva. Inicialmente são predominantemente
psíquicos: fissura pela droga, ansiedade, sintomas depressivos (desânimo, lentificação…),irritação, piora da concentração e insônia. Na medida em que a dependência aumenta, aumenta também a magnitude dos sintomas. Entre os sedativos podem surgir sintomas físicos, tais como tremor, suor difuso, palpitações cardíacas, aumento da temperatura do corpo, náuseas e vômitos, podendo chagar até a quadros de confusão mental (delirium).

A Síndrome pode se dividir em: SAA – Síndrome de Abstinência Aguda e a SAD – Síndrome de Abstinência Demorada. A primeira pode ocorrer na ausência do composto viciante entre 3 a 10 dias do último uso, já a segunda se difere nos sintomas, que podem ser visualizados entre a sobriedade do indivíduo ocorrendo no intervalo de meses ou até anos após o uso.


Alguns sintomas provenientes da SAD são: mente confusa, problemas de coordenação motora, problema de memória, reação emocional exagerada ou apatia e distúrbio do sono ou alteração. A SAD, portanto, é a mais severa e preocupante, pois dela pode resultar danos cerebrais importantes e até mesmo recaídas.


Fontes: 

Veja também:

FacebookTwitterGoogle+PinterestTumblrLinkedInBlogger PostGoogle GmailWhatsAppPrintShare