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Livro Amando um dependente químico | SOS Sobriedade

O blog Amando um Dependente Químico mostra a realidade da dependência química vivida por várias famílias. Conheça a história do blog que virou livro e ajuda muitas pessoas!


Amando um dependente químico

O Blog Amando um Dependente Químico foi criado em maio de 2011, onde Polyanna P., com a finalidade de expor tudo o que estava vivendo, relata a sua história ao lado de um dependente químico. No blog ela fala do que é amar um adicto, um dependente químico, mas acima de tudo um “ser humano” que como muitos, tornou-se escravo das drogas e perdeu o controle da própria vida.  

Polyanna P. apresenta a visão da codependência, ou seja como é viver com um dependente químico, compartilhar os seus sofrimentos e desequilíbrios. Mostra também o dependente químico visto pelos olhos da esposa, da família, do amigo, enfim, de quem o ama.

A idéia do blog foi um sucesso e em um ano, foram 240 postagens, e 60.000 acessos, sem nenhum tipo de divulgação na mídia, o que prova que essas experiências vividas são cada vez mais comuns em nossa sociedade.
O sucesso do blog foi tanto que ele virou um livro, onde Polyanna P. conta a sua história ao lado de um dependente químico, uma história de amor verdadeiro e de luta ao lado do marido.

São relatos de dor e de esperança, de sofrimento e fé, mas, sobretudo de amor e de recuperação.

Amando um Dependente Químico – Dias de Dor mostrará a você que é possível amar um adicto, sem perder a si próprio, e sem deixar de viver.
Mais que uma história de amor, é uma envolvente lição de vida!

Sobre o Livro


Categorias: Biografia, Autoajuda
Palavras-chave: codependência, dependência, drogas, química

Características


Amando um dependente químico

Número de páginas: 261

Edição: 1(2012)

ISBN: 978-85-9140-820-7

Formato: A5 148×210

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g


Sobre o Autor


Polyanna P. é uma mulher de 34 anos. Mãe de três filhos. Filha e esposa de dependentes químicos. Seu pai morreu de overdose e seu esposo tem encontrado o caminho da recuperação, a cada dia. Formada em Ciências Contábeis, Especialista em Comportamento Organizacional e Gestão de Pessoas. Servidora pública. Poetiza. Compositora. Blogueira. Escritora.

Na verdade, Poly é simplesmente amor. E é esse amor que a move, a motiva e a inspira. Talvez ela seja apenas mais uma mulher comum em meio a uma multidão de outras, sem importância relevante. Sua vida de profissional, dona de casa, mãe e esposa, faz dela uma pessoa absolutamente igual a tantas.

Entretanto o amor que ela sente pelo esposo é especial. Um amor forte e pleno. Um amor capaz de tudo. E esse sentimento sim a define.

Polyanna descobriu que ela pode sim amar, sem sofrer e sem se perder.

Se você também ama um dependente químico, seja ele seu esposo, filho ou amigo, não pode deixar de ler: Amando um Dependente Químico.

Onde comprar!

Livro Amando um dependente químico

Clube dos Autores


*Disponível na versão impressa e na versão ebook!

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Fonte: https://clubedeautores.com.br/book/132743–AMANDO_UM_DEPENDENTE_QUIMICO__DIAS_DE_DOR#.UxXpS_ldWM4

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Livro 50 tons de cinza, onde comprar | SOS Sobriedade

Cinquenta Tons de Cinza conta a história de amor e vida de Anastasia Steele e Christian Grey. Extremamente sedutor, enigmático, cheio de mistérios e completamente apaixonante. Saiba mais …

Livro 50 tons de cinza, onde comprar

 
Originalmente o livro era apenas uma fanfic em homenagem a Edward e Bella. Que publicada de maneira independente com algumas mudanças como nomes, logo se mostra um grande sucesso, ganhando grande disputa pelas editoras. Ana É nossa mocinha, atrapalhada por natureza, desastrada, bonita, inteligente, e uma pessoa comum a nossos olhos tem 21 anos e esta para se formar em Literatura, garota pacata que teve uma vida quase nula no quesito relacionamentos, porem de forte personalidade.

Ana tem uma grande amiga, Kate que esta se formando em jornalismo, e no dia de uma grande entrevista, acaba por ficar doente. Ana apesar de relutante decide ir em seu lugar para ajuda-la, sem nem imaginar o que a espera.

Christian Grey o empresário magnata, lindo, solteiro mais cobiçado do momento, e podre de rico combinação perfeita diga-se de passagem.

Nem preciso dizer que ela ficou completamente atraída por ele, e que a mesma corrente elétrica que passou por ela também o atingiu em cheio? Após a estranha entrevista, Grey vira uma sombra, aparecendo em todos os lugares perto de Ana, a seduzindo a todo momento. Mas ao se aprofundar nesse relacionamento, ao invés de receber ”corações e flores” como ela queria, ela recebe uma ”proposta” que vai mudar toda sua vida.
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A trilogia é composta por:


1 – Cinquenta Tons de Cinza (2011)

2 – Cinquenta Tons mais Esuros (2012)

3 – Cinquenta Tons de Liberdade (2012)






Onde comprar:

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Livro – O Caminho da Sobriedade, onde comprar | SOS Sobriedade

O Caminho da Sobriedade – Um livro que trata do assunto dependência química de maneira enérgica e didática. Saiba onde comprar o livro O Caminho da Sobriedade!

Livro – O Caminho da Sobriedade, onde comprar

 

Este livro trata do processo de libertação do álcool e das drogas criado pelo Pe. Haroldo J. Rahm. Na primeira parte, mostra-se como é a vida nas Fazendas do Senhor Jesus, qual a metodologia e qual o tratamento recomendado aos internos. Na segunda parte, o autor trata do Amor-Exigente, movimento de pais e amigos organizados em grupos comunitários para prevenção e cura dos problemas decorrentes da dependência de álcool e drogas.
 
Este livro trata do assunto “dependência química” com uma energia simultaneamente firme e suave, alegre e responsável, lúcida e competente.

Livro - O Caminho da Sobriedade, onde comprar

Editora: LOYOLA SP
ISBN: 8515015226
Edição: 1
Coleção:
Ano: 1996
Páginas: 136
Dimensões (A x L x P): 21,00cm x 14,00cm x 1,00cm

Onde comprar:

Livraria Saraiva


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Os 10 melhores poemas de Carlos Drummond de Andrade – SOS Sobriedade

Os maiores escritores, críticos e jornalistas avaliaram e selecionaram os 10 melhores poemas de todos os tempos de Carlos Drummond de Andrade!

Os 10 melhores poemas de Carlos Drummond de Andrade

A Máquina do Mundo

Os 10 melhores poemas de Carlos Drummond de Andrade

E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,

e no fecho da tarde um sino rouco
se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,

assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco o simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,

a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
“O que procuraste em ti ou fora de

teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,

olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,

essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo

se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste… vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”

As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge

distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos

e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber

no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar
na estranha ordem geométrica de tudo,

e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que tantos
monumentos erguidos à verdade;

e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,

tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.

Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,

a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;

como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face

que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,

passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes

em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,

baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.

A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,

se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mão pensas.

Congresso Internacional do Medo

Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas

Poema da purificação

Depois de tantos combates
o anjo bom matou o anjo mau
e jogou seu corpo no rio.
As água ficaram tintas
de um sangue que não descorava
e os peixes todos morreram.
Mas uma luz que ninguém soube
dizer de onde tinha vindo
apareceu para clarear o mundo,
e outro anjo pensou a ferida
do anjo batalhador.

Poema de Sete Faces

Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.

As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.

O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.

O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.

Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.

Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.

Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.

Tarde de Maio

Como esses primitivos que carregam por toda parte o
maxilar inferior de seus mortos,
assim te levo comigo, tarde de maio,
quando, ao rubor dos incêndios que consumiam a terra,
outra chama, não perceptível, tão mais devastadora,
surdamente lavrava sob meus traços cômicos,
e uma a uma, disjecta membra, deixava ainda palpitantes
e condenadas, no solo ardente, porções de minh’alma
nunca antes nem nunca mais aferidas em sua nobreza
sem fruto.

Mas os primitivos imploram à relíquia saúde e chuva,
colheita, fim do inimigo, não sei que portentos.
Eu nada te peço a ti, tarde de maio,
senão que continues, no tempo e fora dele, irreversível,
sinal de derrota que se vai consumindo a ponto de
converter-se em sinal de beleza no rosto de alguém
que, precisamente, volve o rosto e passa…
Outono é a estação em que ocorrem tais crises,
e em maio, tantas vezes, morremos.

Para renascer, eu sei, numa fictícia primavera,
já então espectrais sob o aveludado da casca,
trazendo na sombra a aderência das resinas fúnebres
com que nos ungiram, e nas vestes a poeira do carro
fúnebre, tarde de maio, em que desaparecemos,
sem que ninguém, o amor inclusive, pusesse reparo.

E os que o vissem não saberiam dizer: se era um préstito
lutuoso, arrastado, poeirento, ou um desfile carnavalesco.
Nem houve testemunha.

Nunca há testemunhas. Há desatentos. Curiosos, muitos.
Quem reconhece o drama, quando se precipita, sem máscara?
Se morro de amor, todos o ignoram
e negam. O próprio amor se desconhece e maltrata.
O próprio amor se esconde, ao jeito dos bichos caçados;
não está certo de ser amor, há tanto lavou a memória
das impurezas de barro e folha em que repousava. E resta,
perdida no ar, por que melhor se conserve,
uma particular tristeza, a imprimir seu selo nas nuvens.

Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Canção Final

Oh! se te amei, e quanto!
Mas não foi tanto assim.
Até os deuses claudicam
em nugas de aritmética.
Meço o passado com régua
de exagerar as distâncias.
Tudo tão triste, e o mais triste
é não ter tristeza alguma.
É não venerar os códigos
de acasalar e sofrer.
É viver tempo de sobra
sem que me sobre miragem.
Agora vou-me. Ou me vão?
Ou é vão ir ou não ir?
Oh! se te amei, e quanto,
quer dizer, nem tanto assim.

Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.

No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

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Os 10 melhores livros de Clarice Lispector – SOS Sobriedade

Clarice Lispector (1920-1977) foi  jornalista e uma das maiores escritoras brasileira. “A Hora da Estrela” foi seu último romance, publicado em vida. Conheça os 10 melhores livros de Clarice Lispector!

Os 10 melhores livros de Clarice Linspector

1 – A Hora da Estrela


A Hora da EstrelaEntre a realidade e o delírio, buscando o social enquanto sua alma a engolfava, Clarice escreveu um livro singular. A Hora da Estrela é um romance sobre o desamparo a que, apesar da linguagem, todos estamos entregues…Comprar no Submarino






2 – Laços de Família


Laços de Família

Publicado pela primeira vez em 1960, é um tesouro da ourivesaria literária. São treze contos, hoje tidos como clássicos. Entre eles, os festejadíssimos “Amor”, “O crime do professor de Matemática”, “O búfalo” e “Feliz aniversário”, adaptado para a televisão por Ziembinsky… Comprar









3 – De Amor e Amizade – Crônicas para Jovens


De Amor e Amizade - Crônicas para JovensSem prender-se a significados prosaicos, a escritora criou durante anos histórias que remetem a amizades daquelas sem tamanho, a amores para o resto da vida, a relacionamentos baseados na superficialidade e até mesmo ao episódio daquele amor destruído por causa de um bule de bico rachado. Passadas mais de três décadas da morte de Clarice Lispector, os textos confirmam que esses sentimentos permeiam relações e gerações… + no Submarino




4 – O Lustre


O Lustre

É, provavelmente, o livro menos conhecido de Clarice Lispector. Publicado em 1946 e reeditado pela última vez em 1976, o livro não foge às características que consagraram o estilo único de Clarice: o delicado tom intimista pontualmente quebrado por perturbadoras metáforas, a exposição impiedosa da alma humana sem que sejam revelados os mistérios de cada personagem… + no Submarino








5 – A Legião Estrangeira


A Legião Estrangeira Os 13 contos de A legião estrangeira abordam o cotidiano familiar, a perversidade infantil e a solidão. Como apontou o escritor Affonso Romano de Sant?Anna na introdução de uma antiga edição do livro, para Clarice Lispector importa mais a geografia interior. “Em vez de tipos épicos e dramáticos, temos figuras situadas numa aura de mistério, vivendo relações profundas dentro do mais ordinário cotidiano”, escreveu… + No Submarino






6 – O Mistério do Coelho Pensante


O Mistério do Coelho PensanteA história deste livro é uma encantadora homenagem de Clarice Lispector a dois coelhos que pertenceram a Paulo e Pedro, seus filhos…+ No Submarino












7 – Minhas Queridas


Minhas Queridas No período abordado no livro, durante os 13 anos vividos no exterior, Clarice Lispector escreveu dois romances ? A cidade sitiada (1949) e A maçã no escuro (1961), visto que O lustre, publicado em 1946, já estava concluído quando a autora mudou-se para Nápoles e vários contos, incluídos nos volumes Laços de família (1960) e A Legião Estrangeira (1964). As cartas permitem acompanhar, portanto, o processo de realização destas obras e a reação da autora às impressões da crítica especializada e de amigos mais próximos. Mas a ânsia em receber notícias das irmãs parece tão grande quanto a necessidade de escrever: “… Penso que vocês acham que eu levo tal grande vida que menos cartas, mais cartas, me dá no mesmo. Que eu levasse essa tal maravilha de vida, e precisaria de cartas de vocês”, diz Clarice, de Nápoles, em 1944… + no Submarino

8 – Onde Estivestes de Noite


 Onde Estivestes de Noite: A visão de um ritual de magia negra, com a participação de peregrinos fanáticos, durante uma noite improvável. Há histórias hilariantes que traduzem com precisão a alma aflita…Comprar








9 – Outros Escritos


Outros EscritosOutros escritos traz ao público diversos escritos inéditos de Clarice Lispector. Mas, desta vez, eles não se encontram assinados pela escritora consagrada, mas pela escritora iniciante, pela jornalista, pela estudante de direito, pela colunista feminina, pela dramaturga, pela mãe, pela conferencista e ensaísta Clarice Lispector… + No Submarino






10 – Uma Aprendizagem, ou o Livro dos Prazeres


Uma Aprendizagem, ou o Livro dos Prazeres

Loreley (ou Lóri) é uma moça rica de Campos que vem morar no Rio para ter um pouco de liberdade. Um dia ela conhece Ulisses, professor de Filosofia, que começa a conduzi-la na aprendizagem do prazer. As duas personagens de Clarice trazem as características de seus modelos originais (ela, uma figura do folclore alemão; ele, o herói da epopeia grega) e envolvem o leitor numa trama que se torna ainda mais apaixonante por ser uma aventura no mundo da linguagem, sem começo nem fim…Comprar

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Fonte:
http://listasliterarias.blogspot.com.br/2012/07/10-livros-de-clarice-lispector-para-ter.html

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