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Depressão

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Saiba por que a depressão é maior em mulheres? – SOS Sobriedade

Antes da adolescência, a prevalência de depressão é a mesma em meninas e meninos. Com a chegada da adolescência a depressão nas mulheres aumenta 2 vezes em relação aos homens! Saiba por que!




Saiba por que a depressão é maior em mulheres?


Saiba por que a depressão é maior em mulheres? A depressão é um distúrbio de alteração do humor sério e por vezes incapacitante. Causa sentimentos de tristeza, desespero, desamparo e inutilidade.

Ela pode ser leve a moderada com sintomas de apatia, falta de apetite, dificuldade para dormir, baixa auto-estima e fadiga. Ou pode ser uma depressão maior com sintomas de humor depressivo na maioria dos dias, falta de interesse nas atividades rotineiras que antes eram realizadas com satisfação, perda ou ganho de peso, insônia ou hipersonia, fadiga, sentimentos de culpa na maioria dos dias e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.

Para saber mais sobre as causas da depressão e os riscos de suicídio, recomendamos os artigos:


Quais os sintomas de depressão na mulher?


A depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração se não for tratada. Geralmente, os sintomas duram pelo menos duas semanas provocando prejuízose afetando a vida social, familiar e ocupacional.

Os sintomas de depressão nas mulheres incluem:

• Sentimentos de tristeza persistente, ansiedade e “vazio”
• Perda de interesse ou prazer em atividades comuns
• Nervosismo, inquietação, irritabilidade, choro fácil
• Sentimentos de culpa, inutilidade, falta de esperança, pessimismo
• Excesso de sono ou ausência de sono
• Perda de energia, fadiga
• Baixa auto-estima
• Perda da libido
• Pensamentos recorrentes em morte ou suicídio ou tentativas de suicídio
• Dificuldade de concentração, de memorização ou para tomar decisões
• Sintomas físicos persistentes que não respondem ao tratamento, como dores de cabeça, desordens digestivas, dores crônicas

Faça o teste de Tristeza ou depressão!


Por que a depressão é mais comum em mulheres do que nos homens?


Saiba por que a depressão é maior em mulheres? Antes da adolescência, a depressão afeta tanto os meninos quanto as meninas. Entretanto com a chegada da adolescência, aumentam os riscos de depressão em mulheres, atingindo pelo menos 2 vezes mais do que em garotos.

Alguns especialistas acreditam que mudanças hormonais estão relacionadas a este risco aumentado. Estas mudanças são evidentes durante a puberdade, gravidez e menopausa assim como no pós-parto, histerectomia ou aborto. Além disso, as flutuações hormonais que ocorrem a cada ciclo menstrual provavelmente contribuem para a síndrome pré-menstrual ou TPM. Há também a doença disfórica pré-menstrual ou DDPM, um tipo severo de TPM especialmente reconhecido por depressão, ansiedade, mudanças de humor cíclicas e letargia.

O que aumenta as chances de uma mulher ter depressão?


De acordo com o National Institutes of Health os fatores que aumentam o risco de uma mulher ter depressão incluem fatores genéticos, biológicos, reprodutivos, interpessoais e características psicológicas e de personalidade.

Além disso, as mulheres que intercalam o trabalho com o cuidado com seus filhos ou as mães solteiras sofrem mais de estresse que pode desencadear a depressão.

Outros fatores incluem:

• História familiar de alterações do humor
• História de desordens do humor na adolescência
• Perda de um dos pais antes dos 10 anos de idade
• Perda de apoio social ou ameaça de tal perda
• Estresse psicológico ou social, como perda de emprego, relacionamento estressante, separação ou divórcio
• Abuso sexual ou físico durante a infância
• Uso de certos tratamentos para infertilidade
• Uso de alguns contraceptivos orais
• Mulheres podem apresentar depressão logo após terem um bebê, a chamada depressão pós-parto
• Certas alterações afetivas sazonais, mais comuns no inverno
• Transtorno bipolar, pois a depressão é uma parte da doença bipolar

A depressão pode ser familiar?


Sim. A depressão pode estar presente nas famílias. Quando isso acontece, ela geralmente começa nas idades entre 15 e 30 anos. Um traço familiar de depressão é muito mais comum em mulheres do que nos homens.

Qual a diferença da depressão em mulheres e homens?


A depressão feminina difere da masculina de várias maneiras:

Saiba por que a depressão é maior em mulheres? Depressão em mulheres pode ocorrer cedo, durar mais tempo, apresentar mais recorrência, ser mais associada a eventos estressantes da vida e ser mais sensível a mudanças sazonais.

As mulheres experimentam mais os sentimentos de culpa e têm mais tendência ao suicídio, embora atualmente elas cometam menos suicídio que os homens.
A depressão feminina é mais associada a desordens de ansiedade, como sintomas de pânico ou fobias e desordens alimentares.

Mulheres deprimidas tem maior tendência a abusar do álcool e outras drogas.
Como a tensão pré-menstrual (TPM) e a desordem disfórica pré-menstrual (DDPM) se relacionam com a depressão?

Três em cada quatro mulheres que menstruam têm TPM. Ela é caracterizada por sintomas emocionais e físicos que variam de intensidade de um ciclo menstrual para o outro. Mulheres com 20 a 30 anos são usualmente afetadas pela TPM.

Cerca de 3 a 5% das mulheres que menstruam têm DDPM, um tipo severo de TPM, marcada por sintomas emocionais e físicos muito fortes que antecedem em cerca de 10 dias o início da menstruação.

Na última década, estas condições foram reconhecidas como importante causa de desconforto e mudanças de comportamento em mulheres. Enquanto a relação entre TPM, DDPM e depressão permanece sem ser esclarecida, acredita-se que mudanças químicas no cérebro e flutuação dos níveis hormonais sejam fatores que contribuem para tal associação.

Muitas mulheres que sofrem de depressão associada à TPM ou DDPM melhoram com exercícios físicos e meditação. Para aquelas com sintomas severos, psicoterapia individual ou de grupo, medicamentos e manejo do estresse podem ajudar.

A prevalência de depressão aumenta na meia-idade?


A perimenopausa é o estágio da vida reprodutiva da mulher que começa oito a dez anos antes da menopausa e dura até o início desta. Neste período, os ovários começam a produzir gradualmente menos estrogênio e, na menopausa, param de produzir óvulos.

A menopausa é o período que a mulher para de menstruar e aparecem os sintomas decorrentes da queda de estrogênio. Por definição, uma mulher está na menopausa quando para de menstruar por um ano. Isto é uma parte normal da vida e marca o fim da vida reprodutiva da mulher. Tipicamente ela ocorre em mulheres na 4° ou 5° década de vida. Entretanto, aquelas mulheres que tiveram os ovários removidos cirurgicamente passam por uma menopausa repentina.

Esta queda de estrogênio desencadeia mudanças físicas e emocionais – como depressão, ansiedade e alterações de memória. Como em qualquer outra fase da vida da mulher, há uma relação entre os níveis hormonais e os sintomas físicos e emocionais. Algumas mudanças físicas incluem ciclos menstruais irregulares, ciclos mais intensos ou mais leves e ondas de calor.

Como lidar melhor com os sintomas da depressão?


• Evite tranquilizantes. Use-os se for extremamente necessário e somente com a prescrição de um médico.
• Mantenha uma dieta saudável.
• Faça exercícios regularmente.
• Engaje-se em algum projeto ou hobby que promova um sentido de realização à sua vida.
• Encontre uma prática de auto-controle – como ioga, meditação, técnicas de relaxamento por respiração lenta e profunda.
• Tenha boas noites de sono, mantenha seu quarto arejado e confortável.
• Procure apoio emocional com familiares, amigos ou profissionais.
• Mantenha-se conectado com sua família.
• Consolide seus laços de amizade.
• Participe de algum trabalho comunitário.
• Tome medicamentos, vitaminas e minerais como prescritos pelo seu médico.
• Caso você não consiga fazer isto sozinha, procure a ajuda de familiares, amigos ou profissionais especializados nos cuidados de saúde mental.

Como a depressão é tratada em mulheres?


Há uma variedade de métodos usados para tratar a depressão, incluindo medicações como antidepressivos e psicoterapia. A terapia familiar pode ajudar caso o estresse vivenciado na família contribua para a depressão. O seu psicólogo, psiquiatra ou psicanalista pode determinar qual é o melhor tratamento a ser seguido.

Sobre o tatamento da depressão sugerimos o artigo:


Qual profissional pode me ajudar no manejo da minha depressão?


Os mais procurados são os especialistas em saúde mental como psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e psicanalistas. Mas outros profissionais podem orientá-la como clínicos gerais ou médicos de família.

Existem centros comunitários que auxiliam pessoas com depressão, serviços universitários, programas de saúde mental em escolas médicas e clínicas particulares que podem ajudar pessoas deprimidas ou seus familiares.

Conheça o nosso Tratamento Espiritual para a depressão que pode servir como “auxiliar” no seu Tratamento médico.

Não deixe de consultar um médico se estiver sentindo os sintomas acima descritos ou desconfiar de depressão.


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Fontes: http://www.meuanjo.com.br/depressao-em-mulheres/

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Depressão e os sinais de suicídio – SOS Sobriedade

A depressão e as tendências suicidas. Como perceber os indícios de suicídio que uma pessoa com depressão pode apresentar!

Depressão e os sinais de suicídio

Depressão e os sinais de suicídioAntes de falarmos sobre as tendências suicidas e os indícios que uma pessoa com depressão pode apresentar, sugerimos alguns artigos que explicam em detalhes o que é a depressão, os sintomas mais evidentes e as formas de prevenção e tratamentos.

Vale a pena ler!


Muitos de nós estamos preocupados com o fato de não poder reconhecer alguém com tendências suicidas.

De acordo com a severidade da Depressão e a Ansiedade, existem alguns fatores que podem indicar sinais de evolução ao suicídio:

Tentativas anteriores de suicídio:


Entre 20 e 50 por cento das pessoas que se suicidam tinham tentado suicídio anteriormente. Aqueles que já tentaram suicídio estão em um grupo de risco muito maior de fato.

Falar sobre morte ou suicídio:


Pessoas que cometem suicídio muitas vezes falam sobre ele, direta [morte] ou indiretamente [focando apenas fatos]. Esteja atento a declarações como: “… A minha família seria melhor sem mim…” “Só dou problemas mesmo…” Às vezes eles falam conosco como se estivessem dizendo que está “indo embora” ou “planejando uma viagem”.

Planejamento de suicídio:


A tentativa de suicídio é um processo, raramente acontece sem planejamento. Indivíduos suicidas tendem a “organizar as coisas” colocando os negócios em dia. Eles podem doar artigos de valor, quitar dívidas ou o financiamento de bens, ou podem mudar um testamento.

Depressão:


Embora a maioria das pessoas deprimidas não seja suicida, a maioria dos suicidas são pessoas deprimidas.

Grave depressão pode se manifestar, acompanhada de um sentimento de tristeza freqüentemente expresso pela perda de prazer ou abandono de atividades que antes tinham sido agradáveis.

Recomendamos o artigo:


Pessoas deprimidas merecem maior atenção se pelo menos cinco dos sintomas seguintes estiveram quase diariamente presentes durante pelo menos duas semanas:

  • Humor deprimido;
  • Alteração de instintos básicos como fome/apetite/sono/sexo;
  • Perda ou ganho de peso;
  • Falar/Raciocinar com lentidão;
  • Perda de interesse ou prazer em atividades habituais;
  • Diminuição do impulso/desejo sexual;
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Sentimentos de inutilidade, remorso, ou culpa (principalmente por “coisas” que deveria ter feito, como se o tempo estivesse acabando);
  • Diminuição/Prejuízo da habilidade de pensar ou concentrar-se;
  • Pensamentos e planos futuros reduzidos;
  • Indecisão (até mesmo sobre o que vestir/comer/);
  • Pensamentos de morte, suicídio, ou desejo de estar morto;
  • Isolamento.

Fatores adicionais que apontam um aumento do risco de suicídio em indivíduos deprimidos são os seguintes:


Extrema ansiedade, agitação, ou comportamento rebelde;
Uso/Abuso excessivo de medicamentos (mesmo sob prescrição médica);
Uso/Abuso de álcool e outras drogas;
História de doença física ou emocional;
Sentimentos de desesperança ou desespero.



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O que é depressão e quais as suas causas? – SOS Sobriedade

A depressão é uma doença grave e que muitas vezes é confundida com tristeza, mas são duas coisas bem diferentes, principalmente quanto as suas consequências. Saiba o que é depressão e quais as suas causas!


O que é depressão e quais as suas causas?

O que é depressão e quais as suas causas?Quando a mudança de humor, juntamente com outros sintomas, dura mais de um par de semanas, a condição pode ser depressão clínica.

Depressão clínica é um sério problema de saúde que afeta a pessoa, mental e fisicamente. Para além de sentimentos, ele pode mudar o comportamento, comprometer a saúde física (baixa imunidade), a aparência (auto estima), o rendimento acadêmico/escolar, a atividade social (lazer e ralacionamentos) e a capacidade de lidar com pressões e decisões cotidianas.

Para saber mais detalhes sobre os sintomas da depressão recomendamos dois artigos, um com 17 questões que podem indicar os sintomas da depressão, o outro apresenta 9 sintomas e um teste para saber se é “tristeza ou depressão”.


O que causa a depressão clínica?


Não sabemos ainda as causas da depressão, mas não parecem ser fatores biológicos e emocionais que podem aumentar a probabilidade de que um indivíduo venha a desenvolver um transtorno depressivo.

A investigação ao longo da última década sugere fortemente uma ligação genética para transtornos depressivos; depressão pode ser “herdada” em famílias. Certas experiências de vida e padrões pessoais, tais como a dificuldade em assimilar/responder ao estresse, baixa auto-estima, ou extremo pessimismo sobre o futuro pode aumentar as chances de se tornar uma pessoa deprimida.

A depressão é comum?


Depressão clínica é muito mais comum do que muita gente pensa. Irá afetar mais de 19 milhões de americanos este ano.

Um quarto de todas as mulheres e um oitavo de todos os homens virão a sofrer pelo menos um episódio ou ocorrência de depressão durante suas vidas. A Depressão afeta pessoas de todas as idades, mas é menos comum em adolescentes do que em adultos. Aproximadamente três a cinco por cento da população adolescente vive experiências de depressão clínica a cada ano. Isso significa que entre 25 amigos do adolescente, 1 pode ser clinicamente deprimido.

É grave?


A depressão pode ser muito grave!

Tem sido relacionado a um pior desempenho escolar, absentismo, alcoolismo e abuso de drogas, fuga, e sentimentos de inutilidade e desesperança. Nos últimos 25 anos, a taxa de suicídio entre adolescentes e adultos jovens tem aumentado dramaticamente. O suicídio é muitas vezes ligado à depressão.

Transtornos depressivos são todos iguais?


Existem várias formas ou tipos de depressão.

Algumas pessoas experimentam apenas um episódio de depressão em toda a sua vida, mas muitos têm várias recidivas. Alguns episódios depressivos começam derepente sem razão aparente, enquanto outros podem ser associados a uma situação de vida ou estresse. 

Às vezes as pessoas que estão deprimidas não podem executar até mesmo as mais simples atividades cotidianas, como sair da cama ou se vestir, outros até desempenham suas funções, mas é claro que não estão agindo ou pensando como de costume. Algumas pessoas sofrem de transtorno bipolar em que o seu ciclo de humor oscila entre dois extremos, desde as profundezas do desespero frenético para falar ou agir ou grandiosas idéias sobre a sua própria competência.


A depressão tem tratamento?


Sim, a depressão é tratável. Entre 80 e 90 por cento das pessoas com depressão, mesmo as formas mais graves, podem ser ajudadas.

Há uma variedade de medicamentos antidepressivos e de psicoterapias que podem ser utilizadas para o tratamento de transtornos depressivos. Algumas pessoas com formas mais leves podem responder bem com psicoterapia isolada. 

Pessoas com depressão moderada a grave na maioria das vezes se beneficiam de antidepressivos. Atualmente existe consenso quanto ao tratamento combinado: medicações para aliviar relativamente rápido os sintomas e psicoterapia para aprender maneiram mais eficazes para lidar com os problemas da vida, incluindo a depressão.

O passo mais importante para superar a depressão, e, por vezes, mais difícil, é pedir ajuda.



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Saiba por que a pessoa com depressão não pede ajuda! – SOS Sobriedade

A pessoa com depressão dificilmente consegue perceber a doença e pedir ajuda. Saiba por que a pessoa com depressão não pede ajuda!


Saiba por que a pessoa com depressão não pede ajuda!

Saiba por que a pessoa com depressão não pede ajuda!Muitas vezes as pessoas não sabem que estão deprimidas, por isso não solicitam ajuda ou não nos dão o direito de ajudar. Adolescentes e adultos compartilham um mesmo problema: muitas vezes não conseguem reconhecer os sintomas da depressão em si próprios ou em outras pessoas. No fundo, o deprimido não está muito certo de quem é o que quer ser ou se as escolhas que faz no dia-a-dia são as melhores decisões.

Quando uma pessoa não consegue enxergar que está com depressão, a família ou as pessoas mais próximas podem ajudar, entendendo alguns sintomas que normalmente ocorrem quando a pessoa está com depressão.

Para conhecer os sintomas da depressão recomendamos os artigos:


Constantemente vemos e vivemos situações onde a interação do ser humano com o meio proporciona excelentes oportunidades de aprendizagem, mesmo sem entender determinado acontecimento nos vemos obrigados a agir.

O homem é um ser adaptativo, muitos assimilam os novos conhecimentos mantendo o equilíbrio, enquanto outros, por questões da própria aprendizagem, ou, por desequilíbrios impostos pelo meio (incluso o próprio individuo) reagem de maneira diferente.Sabemos que os relacionamentos são complicados: a escola, o trabalho e a convivência com outras pessoas podem exigir muito esforço.

Às vezes, as muitas mudanças e pressões enfrentadas são vistas como “ameaças”. Então, não é de estranhar que de vez em quando você ou um de seus amigos se sinta “para baixo” ou desencorajado.

Mas o que fazer quando vivemos um daqueles momentos em que um amigo ou familiar atravessa esse “baixo astral” e as perspectivas sobre a vida, o ficar “para baixo”, se transforma em semanas, meses… até afetar o seu relacionamento? Se você conhece alguém assim, provavelmente esta pessoa pode estar sofrendo de depressão. Como um amigo, você pode ajudar.



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Conheça 17 questões que podem indicar se uma pessoa está com sintomas da depressão – SOS Sobriedade

Algumas questões importantes podem ajudar a pessoa enxergar que ela pode estar com depressão. Conheça 17 questões que podem indicar se uma pessoa está com sintomas da depressão!


Conheça 17 questões que podem indicar se uma pessoa está com sintomas da depressão

Conheça 17 questões que podem indicar se uma pessoa está com sintomas da depressãoO primeiro passo para vencer a depressão é defini-la. Mas as pessoas que estão deprimidas têm frequentemente um período difícil, a depressão altera o “pensar claramente” ou mascara o reconhecimento de seus sintomas. Eles podem necessitar de ajuda.

Para saber o que é depressão recomendamos o artigo:


Verifique o seguinte para ver se uma pessoa tiver alguns destes sintomas e se persistem por mais do que duas semanas.

1. Está exprimindo sentimentos de tristeza ou “vazio”?

2. Está sentindo desesperança, pessimismo, ou culpa?

3. Está sentindo desamparo ou inutilidade?

4. A pessoa está impossibilitada de tomar decisões?

5. Está incapaz de se concentrar e lembrar?

6. Tem perdido o interesse ou prazer nas atividades normais, como esportes, músicas, passeios?

7. Tem queixas de mais problemas com a escola e a família?

8. Perda de energia e entusiasmo em tarefas antes interessantes?

9. Demora em adormecer, permanecer dormindo, ou levantar-se?

10. Apetite: está perdendo ou ganhando peso?

11. Tem dores de cabeça, dores estomacais, ou vômitos?
12. Tem dores crônicas, dores nas articulações e nos músculos?

13. Tem mudanças de comportamento como inquietude ou mais irritação constante?

14. Tem desejo de ficar sozinho na maior parte do tempo?

15. Começou a cortar hobbies e atividades antes consideradas interessantes?
16. Está fazendo uso de bebidas e drogas?

17. Porventura falou em morte? Suicídio? ou tentativa?

Se desejar uma avaliação mais detalhada leia o artigo a seguir e faça o teste de tristeza ou depressão.


É claro que aqui falamos apenas sobre um questionário a fim de levantar um possível quadro de depressão, mas é imprescindível um diagnóstico mais preciso de um especialista, como um psiquiatra ou psicólogo.

Encontrando alguém que possa ajudar


Se você respondeu sim a alguns dos itens, um amigo pode precisar de sua ajuda. Não presuma que alguém já está cuidando do problema. O pensamento negativo, comportamento inadequado ou alterações físicas precisam ser revertidos o mais rapidamente possível. Não só o tratamento diminui a gravidade da depressão; o tratamento também pode reduzir o período de tempo da crise depressiva (duração da depressão) e pode impedir outros ataques de depressão.

Se um amigo demonstra sintomas de depressão, pode-se ouvi-lo, incentivá-lo, ou buscar ajuda de um pai ou professor sobre tratamentos. Se o seu amigo não procurar ajuda rapidamente, converse com um adulto de sua confiança e respeito, em especial se o seu amigo menciona a morte ou suicídio.

Existem muitos locais na comunidade onde as pessoas com transtorno depressivo podem ser diagnosticadas e tratadas. A ajuda está disponível a partir de médicos de família, especialistas em saúde mental da comunidade e centros de saúde mental ou clínicas.



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Fontes: http://adroga.casadia.org/depressao/porque-pessoa-deprimida-nao-pede-ajuda.htm

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Sintomas de recaída da dependência química – Período de profunda depressão | SOS Sobriedade

A apatia e a desmotivação pela vida e pelas nossas atividades diárias podem nos levar a uma depressão profunda e a recaída fica cada vez mais evidente. Saiba mais…

Sintomas de recaída da dependência química – Período de profunda depressão

 
Sintomas de recaída da dependência química – Período de profunda depressãoDe forma praticamente inevitável, se não conseguimos estacionar este processo de recaída, começaremos a nos sentir deprimidos constantemente. 

A depressão fica pior, mais intensa, dura mais e interfere ainda mais a nissa vda, podendo aparecer cada vez mais sintomas relacionados no texto “Sintomas de recaída da dependência química – Depressão secundária (leve)”.

Se torna tão concreta que pode ser facilmente notada pelos outros, e dificilmente pode ser negada. Torna-se mais forte principalmente nas horas em que mais precisamos manter o equilíbrio e o dinamismo, a fadiga é uma constante na vida cotidiana, mas geralmente torna-se particularmente perceptível durante exercícios pesados.

A fadiga possui duas formas: uma se manifesta como uma incapacidade muscular local para desenvolver um trabalho e a outra se manifesta como uma sensação abrangente de falta de energia, corporal ou sistêmica.
 

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Referência Bibliográfica:
Programa de Prevenção à Recaída
Autor: Pablo Kurlander
Comunidade Terapêutica Nova Jornada

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Saiba como a depressão, a doença do século, pode aumentar o risco do Acidente Vascular Cerebral -AVC!

Saiba como a depressão, a doença do século, pode aumentar o risco do Acidente Vascular Cerebral -AVC!

A Depressão pode aumentar o risco de AVC

 
Dra. Ana Luiza Lima (Cardiologista)

A depressão, a doença do século, pode aumentar o risco do Acidente Vascular Cerebral A depressão aumenta risco do AVC (Acidente Vascular Cerebral) em até 40%, particularmente nas mulheres com mais de 45 anos de idade que tomam antidepressivos inibidores seletivos da recaptação da serotonina como o Prozac, por exemplo. O estudo foi publicado pela American Hearth Association no início de 2011 e teve como principal responsável a Doutora Katryn Rexrode.

Segundos os investigadores a tomada destes medicamentos pode alterar a circulação sanguínea de modo a poder gerar um AVC, mesmo quando comparados a outros fatores de risco.

Os especialistas no assunto alertam que estes doentes devem ser acompanhadas de perto por um neurologista que verifique sempre o seu estado de saúde e a forma como elas reagem à medicação, a fim de diminuir os riscos.

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Veja também:                                                                                                             

                                                                                                                                     

Referência Bibliográfica:
DONG JY; ZHANG YH; TONG J; QIN LQ.  Triglicerídeos Altos
http://www.tuasaude.com/depressao-aumenta-risco-de-avc/

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Sintomas de recaída da dependência química – Depressão secundária (leve)

Nesta fase da recaída os sintomas de depressão são evidentes, as oscilações de humor persistem e uma série de sinais são visíveis no quadro depressivo.


Sintomas de recaída da dependência química

Depressão secundária (leve)

Sinais de depressão começam a aparecer e a persistir, podendo experimentar pelo menos três de muitos sintomas característicos da depressão.

Sintomas da depressão

alcool e drogas

– Instabilidade do humor;

– Redução da energia e diminuição das atividades;

– Alteração da capacidade de experimentar o prazer, perda do interesse em atividades antes prazenteiras;

– Diminuição da capacidade de concentração;

– Fadiga, mesmo após um esforço mínimo;

– Problemas do sono;

– Diminuição do apetite;

– Diminuição da autoestima e da autoconfiança;

– Surgimento de idéias de culpabilidade e ou indignidade, mesmo nas formas leves;

– Lentidão psicomotora importante;

– Agitação;

– Perda da libido;

– Aparecimento de outros sintomas “somáticos” – dores inexplicáveis, doenças oportunistas, etc.

Se estiverem presentes mais de quatro destes sintomas, o episódio depressivo já não pode ser considerado leve, e pode agrava ainda mais o quadro, podendo chegar até mesmo a surgirem ideações suicidas.

por Rodrigo Longo

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1.Como os inalantes agem no organismo

2.Comportamentos compulsivos e os Sintomas de Abstinência Demorada

3.Mudanças que auxiliam na manutenção da recuperação da dependêcia química

4.Drogas na adolescência

5.Desintoxicação de cocaína

Dados do Artigo:

Autor:
Rodrigo Longo
Referência Bibliográfica:

Sintomas de recaída da dependência química – Depressão secundária (leve)
Dependência química
Sinais de depressão começam a aparecer e a persistir, podendo experimentar pelo menos três de muitos sintomas característicos da depressão.. Saiba mais!
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O sofrimento – O caminho para a realização espiritual

Os efeitos de uma boa meditação são muitos, dentre eles, a serenidade que se consegue no momento em que estamos com a mente quieta. Mas todos nós, seres humanos, somos portadores de sofrimentos e angústias que carregamos durante a jornada da vida e a meditação busca melhorar esse contato com nós mesmos, a fim de, gradativamente, eliminar estes sofrimentos e angústias e alcançar a paz de espírito.

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O sofrimento

O caminho para a realização espiritual

Um dos grandes problemas de quem começa a praticar a meditação é pensar que atingiu algo, ele senta-se e pensa – Ah, eu consegui mais serenidade, ou então – Que bom, eu pratico a meditação e sou mais sereno, sou mais “zen” – como se diz na gíria. Mas isso não tem nada a ver com o zen. Adquirir serenidade é uma prática que pode ser feita de muitas formas e não precisa necessariamente ter um objetivo espiritual, pois a serenidade é apenas um estado de quietude da mente.

Como lidar com os sofrimentos através da meditação

Assim a primeira coisa a fazer quando se pratica a meditação é sentar e ficar quieto. Os mais experientes ficam em média 40 minutos sentados quietos, mas os iniciantes, se não conseguirem ficar esse tempo, 10 a 15 minutos, já é um bom começo. Há pessoas que desistem na primeira tentativa, pois desejam resultados imediatos, mas o Zen não é para aqueles que querem o caminho mais fácil e buscam resolver os problemas instantaneamente. O Zen é para as pessoas com a cabeça em chamas. O que mobiliza as pessoas à realização espiritual são as angústias e sofrimentos.

O sofrimento – O caminho para a realização espiritual

Deve haver o desejo de buscar algo maior que mobiliza a prática da meditação como meio de libertação dos sofrimentos, angústias e inquietudes. Por isso é que o sofrimento é o caminho para se alcançar a realização espiritual e o corpo humano é a grande oportunidade, pois os homens têm as duas coisas, prazeres e dores.

Mas durante a meditação é muito difícil não pensar em nada, mesmo que seja uma coisa banal e sem importância, estamos o tempo todo pensando e com a mente trabalhando. O Monge Genshô diz que o objetivo não o é pensar em não pensar e que, quando está em meditação, “não se trata de “não pensar”, mas sim de ficar prestando atenção completa a este momento presente, que é a forma de pensar, não elaborando, não julgando, não conversando consigo msmo, não usando palavras nem nada, apenas percebendo”.

Dessa forma, a nossa mente está sempre em funcionamento, em constante mutação e desenvolvimento, vigilante a atenta. E a meditação é isso, a necessidade de vigília, de atenção e mente alerta.

O sofrimento – O caminho para a realização espiritual

Muitos são os sofrimentos e dores humanas e a insatisfação que consome a nossa energia, é fruto das atividades e estilo de vida dom mundo contemporâneo. Imaginamos que, mais ou menos conscientemente, quanto mais multiplicamos nossas atividades, mais sensações se intensificam e mais a nossa insatisfação é reprimida. Na realidade, muitos são aqueles que estão à deriva, sem rumo, pois não veem outra forma a não ser aceitar o modo de vida atual. Sentem-se desarmados, mas não veem outra solução, pois o estilo de vida e as práticas que visam a transformação do ser estão fora de moda, além de serem opostas ao comodismo e as facilidades que a vida contemporânea prega.

As técnicas de meditação visam transformar a mente. Não é necessário atribuir-lhes um rótulo religioso particular. Cada um de nós tem uma mente, cada um pode trabalhar com ela.

por Rodrigo Longo

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Prática da meditação – Os tipos de consciência

A mente de renúncia – O desapego da ignorância e do sofrimento

Dados do Artigo:

O sofrimento – O caminho para a realização espiritual
Espiritualidade
A meditação busca melhorar o contato com nós mesmos, a fim de, gradativamente, eliminar os sofrimentos e angústias e alcançar a paz de espírito. Saiba mais!

Fontes:
MEDITAÇÃO E CURA!
16 de setembro de 2013 – Disponível em:  http://budavirtual.com/2013/09/16/meditacao-e-cura/

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Benzodiazepínicos – Rivotril, Diazepan, Lexotam e outros

Atualmente os tranquilizantes, calmantes e sedativos tornam-se comum na sociedade que busca através destas drogas o alívio imediato das dores físicas e emocionais. Os benzodiazepínicos como o Rivotril, Diazepan, Lexotam e outros medicamentos podem causar extrema dependência e sérios danos à saúde física, mental, emocional e espiritual.

Benzodiazepínicos

Rivotril, Diazepan, Lexotam e outros

Os benzodiazepínicos têm sido usados como forma de aliviar dores e tensões físicas e emocionais, além de muitas pessoas usarem com o álcool e drogas como forma de potencializar os efeitos, o que pode levar a morte.

benzodiazepinicos

São inúmeros os motivos pelo qual as pessoas usam os benzodiazepínicos. Para diminuir a ansiedade, apreensão, tensão, medo, suportar um dia desagradável que virá ou um dia cansativo que passou, e qualquer atividade ou situação que possa causar certo incômodo ou intranquilidade.

Estas substâncias funcionam como inibidoras da ansiedade e afetam o sistema nervoso central, como os barbitúricos. Os efeitos principais dos benzodiazepínicos incluem os sedativos, hipnóticos, ansiolíticos, relaxantes musculares e anticonvulsivantes e podem variar conforme o medicamento.

 benzodiazepinicos

Efeitos colaterais dos benzodiazepínicos

Os benzodiazepínicos são medicamentos que, se consumidos de modo abusivo podem causar dependência e desenvolvem a tolerância levando a pessoa a usar maiores doses para obter o mesmo efeito. Com o tempo o usuário do medicamento começa a usá-los exageradamente para aliviar qualquer ansiedade e tensão até que o efeito desejado não é mais alcançado.

Os efeitos colaterais estão relacionados à sua função sedativa e são:

Depressão

Sonolência

Tonturas

Diminuição da atenção e concentração

Falta de coordenação podendo resultar em quedas e lesões

Dificuldade para andar

Diminuição da libido e dificuldade de ereção

Desinibição e conduta social inconveniente

Efeitos colaterais a longo prazo

Alguns efeitos colaterais podem aparecer a longo prazo como:

Deterioração da saúde física e mental

Problemas afetivos e comportamentais

Agitação

Dificuldade em pensar

Perda do desejo sexual

Fobias

Ansiedade

Depressão maior

Perda de interesse pela vida

Incapacidade de sentir e dificuldade de expressar emoções

Percepção alterada de si, do ambiente e das relações sociais


Supere a Ansiedade – 7 Práticas que Transformarão Ansiedade em Motivação!


Supere a Ansiedade - 7 Práticas que Transformarão Ansiedade em MotivaçãoO Livro Superar a Ansiedade – 7 Práticas que Transformarão Ansiedade em Motivação tem como objetivo te ajudar a trabalhar de forma positiva a ansiedade, prevenindo seu agravamento para um transtorno mais sério, que exige um tratamento clínico.

Você vai receber ensinamentos, que te ajudarão de forma natural e prática a superar a ansiedade e seus transtornos.

O E-Book tem 20 Capítulos dividido em 67 páginas, está em formato PDF, para facilitar sua leitura em qualquer meio digital.

Você vai receber um conteúdo prático e objetivo, que vai tirar suas dúvidas e trazer uma compreensão simples sobre esse problema.

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Esse livro está dividido em 20 Capítulos e 2 Práticas em formato de Atividades Motivacionais, veja abaixo alguns temas que serão abordados:


    Supere a Ansiedade - 7 Práticas que Transformarão Ansiedade em Motivação
  • Ansiedade não é de todo Mal, então quando devemos nos preocupar com a Ansiedade
  • O medo é um aliado da Ansiedade
  • Ansiedade, vilã ou mocinha?
  • Quais os Sintomas, Diagnósticos e Tratamentos Clínicos indicados para o Transtorno de Ansiedade
  • Tratamentos Alternativos e Naturais que Controle de Ansiedade
  • Como a Meditação ajuda no combate e no controle da Ansiedade
  • Como não deixar que a Ansiedade atrapalhe sua vida afetiva
  • Transforme Ansiedade em Sabedoria
  • Inteligência Emocional no Combate a Ansiedade Negativa
  • Poder do Bom Humor e o Pensamento Positivo
  • Atividade Prática de Atenção Plena
  • Atividade Prática Saúde seu Dia


Além do ebook você vai receber também:


Supere a Ansiedade - 7 Práticas que Transformarão Ansiedade em MotivaçãoAudio Book


Áudio-Book, arquivo em formato MP3, das principais partes do livro.
Narrada pela autora, para facilitar a mobilidade e fixação dos conhecimentos e atividades sugeridas.



Meditações Guiadas


Também em formato MP3 para você abaixar e reproduzir.

Você pode reproduzir ouvir e praticar onde e como quiser.

Meditações Guiadas
São 3 faixas de Meditações Guiadas:

  • Meditação para aprender a Respirar, Acalmar e Relaxar
  • Meditação Lei da Abundância, eliminar o medo da Escassez causada pela Ansiedade
  • Meditação para Libertar Sentimentos Negativos


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Supere a Ansiedade - 7 Práticas que Transformarão Ansiedade em Motivação
Passa-a-Passo da Manobra de Auto-acupuntura, para ser praticado em momentos de crise, se ansiedade, estresse e pânico.

São manobras simples, sem uso de agulhas, somente por acupressão que é a pressão feita pelas pontas dos dedos.

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Uma técnica que não leva mais de 5 minutos.

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Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco:

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Dados do Artigo:

Benzodiazepínicos – Rivotril, Diazepan, Lexotam e outros
Tipos de drogas

Os benzodiazepínicos como o Rivotril, Diazepan, Lexotam e outros medicamentos podem causar extrema dependência e sérios danos à saúde. Saiba mais!

Fonte:
http://www.galenoalvarenga.com.br/medicamentos/benzodiazepinicos-rivotril-diazepan-lexotam-frontal-e-outros

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DEPRESSÃO – Dicas de como combater!

A depressão é uma doença que afeta várias áreas da vida da pessoa. Sintomas como a tristeza e a apatia podem fazer com que a pessoa perca a vontade de viver. Confira algumas dicas para combater a depressão!


Depressão

Dicas de como combater!


Faça exercícios físicos

depressaoEstudos concluíram que a prática de exercícios físicos frequentes podem ser uma poderosa ferramenta no combate à depressão. Atividades físicas renovam o ânimo, proporcionam a sensação de bem-estar e melhoram o humor. Caminhadas, musculação, natação, bicicleta, corrida, enfim qualquer exercício faz bem ao corpo e a mente.

Alimentação

psicologia

Os carboidratos melhoram o humor e a falta deles contribuindo para a tristeza. Alimentos como frutas e legumes, feijão e grãos integrais ajudam a regular o humor.

Os peixes também podem ajudar no combate à depressão.  Eles também causam a sensação de bem-estar e melhoram o humor.
Evite estimulantes como café, refrigerantes ou outros derivados da cafeína. Nada de álcool, pois as bebidas alcoólicas são completamente depressivas.

Exponha os seus sentimentos

terapiaA terapia é uma ótima ajuda e indicada no tratamento da depressão. Através da terapia o depressivo pode expor os seus sentimentos como, ansiedade, tristeza, dores, medos, angústia, etc. 
Se tiver dificuldade em se abrir com outras pessoas, coloque os sentimentos em um papel, especialmente os ruins, alivia os sentimentos negativos e espanta a depressão.

Busque desenvolver a espiritualidade

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Procure uma religião, seja qual for não importa. A espiritualidade como recurso pode devolver a motivação de viver, combater a apatia, ensinar a pessoa a enxergar a vida de uma maneira diferente, além de se relacionar com outras pessoas para não cair no isolamento.

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Depressão

Categoria: Doenças

Psicologia

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Sintomas de depressão – Conheça 9 Sintomas e faça o teste de tristeza ou depressão!

Tristeza e desânimo são os sintomas mais evidentes da depressão. Essa doença é capaz de acabar com sua vontade de fazer coisas simples, como ver TV, trabalhar e passear. Porém, a depressão é traiçoeira: ela pode se manifestar com sinais de que o paciente nem desconfia, como dores nas costas, falta de desejo sexual ou prisão de ventre.  Saiba mais… 
Faça o teste:e tristeza ou depressão?
“Em todos os casos, os pacientes apresentam uma queda da energia e do ânimo”, afirma Rubens Pitliuk, psiquiatra do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. Veja a seguir os sintomas ocultos da depressão. Se eles durarem mais do que duas semanas, busque ajuda médica para que o problema não se torne mais grave:




1. Organismo desregulado

A depressão pode causar aumento ou perda do apetite, bem como prisão de ventre. Pode haver dores de cabeça, nas costas ou no estômago, sem causa aparente e que não passam com o uso de remédios. Suor em excesso, palpitações e tremor são outros sintomas comuns.

2. Pensamentos ruins 

O deprimido pode ter ideias pessimistas e insistentes. A pessoa sabe que elas não fazem sentido, mas não consegue se livrar delas.

3. Falta de desejo sexual

Diminui a vontade de fazer sexo. Há desinteresse por coisas que antes eram agradáveis, como sair com amigos, ler livros, ver novela.

4. Manias estranhas 

Você confere portas e janelas ou acha que pode fazer mal a si mesmo ou a alguém? Essas atitudes também podem indicar TOC, o transtorno obsessivo-compulsivo.

5. Falta de concentração 

O paciente não consegue se fixar numa leitura ou guardar na memória o que leu. Em pessoas mais velhas, a falta de memória pode ser o sintoma mais forte. A insônia também é comum entre os deprimidos.

6. Beleza escondida

Pele envelhecida, boca amarga, olheiras, unhas quebradiças, cabelos fracos e sem brilho… Tudo isso leva embora toda a beleza de uma pessoa com depressão.

7. Sentimentos adormecidos

A doença dá a impressão de que o paciente está dopado, incapaz de ter sensações e sentimentos, sejam eles positivos ou negativos.

8. Volta ao passado

Atitudes de anos atrás voltam, trazendo culpa e arrependimento. Problemas que antes eram resolvidos com facilidade se tornam tarefas pesadas e difíceis.

9. Tristeza em dias nublados

Há pacientes que pioram quando o tempo está frio e chuvoso. “Esses casos são chamados de depressão sazonal”, explica Pitliuk. 

Serviço
Nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), é possível fazer uma avaliação e dar início ao tratamento com psiquiatras e outros especialistas – de graça. Mais informações no site ou pelo telefone 0800-611997. 


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Sinstomas de depressão

Conheça 9 Sintomas e faça o teste de tristeza ou depressão

Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/sintomas-de-depressao-revista-ana-maria-501734.shtml

Busca:

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medicamentos

Drogas depressoras

Drogas depressorasA maioria das drogas depressoras são classificadas como lícitas porque a maioria delas é produzida e comercializada com finalidades medicinais. São elas: o álcool, sedativos, hipnóticos não barbitúricos, barbitúricos e opióides. O efeito dessas substâncias é a diminuição da velocidade do funcionamento cerebral.
Saiba mais…

No conjunto das drogas depressoras, as mais conhecidas são o álcool, os soníferos, a heroína, a morfina, a cola de sapateiro, os remédios ansiolíticos e antidepressivos (barbitúricos) e seus derivados. Seu principal efeito é retardar o funcionamento do organismo, tornando todas as funções metabólicas mais lentas.

A heroína é uma substância inalável. Excepcionalmente, pode ser injetada, o que leva a um quadro de euforia. Quando inalada, porém, resulta em forte sonolência, náuseas, retenção urinária e prisão de ventre – efeitos que duram cerca de quatro horas. A médio prazo, leva à perda do apetite e do desejo sexual e torna a respiração e os batimentos cardíacos mais lentos. Instalada a dependência, o organismo apresenta forte tolerância, obrigando o usuário a aumentar as doses. A superdosagem pode resultar em coma e morte por insuficiência respiratória.

Os derivados da morfina apresentam efeitos muito parecidos com os da heroína, porém, com características euforizantes menores. Seu efeito depressor é explorado pela Medicina há várias décadas, principalmente no alívio da dor de pacientes com câncer em estado terminal.

Outra preocupação constante dos médicos é o uso abusivo dos antidepressivos, soníferos e ansiolíticos (barbitúricos). Para pessoas que têm doenças psiquiátricas, como as depressões e os distúrbios de ansiedade, estas drogas são extremamente importantes, pois o tratamento adequado atenua o mal-estar e permite que o indivíduo leve uma vida normal. No entanto, só um médico é capaz de identificar quem deve usar e em que dosagem. Como o próprio nome indica, os antidepressivos aliviam a ansiedade e a tensão mental, mas causam danos à memória, diminuição dos reflexos e da função cardiorrespiratória, sonolência e alterações na capacidade de juízo e raciocínio. A conduta do usuário é muito parecida com a do dependente alcoólico. Em pouco tempo, estas drogas causam dependência, confusão, irritabilidade e sérias perturbações mentais.

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Drogas depressoras

Tipos de drogas


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