Ao perceberem que o filho está usando drogas, a postura dos pais deve ser de calma, serenidade, entre outras. Veja algumas dicas do que fazer quando o seu filho está usando drogas!

Pode-se enumerar uma série de sinais gerais, relacionados possivelmente ao uso de drogas de uma pessoa. Mas trata-se de indícios que nunca indicam certezas de consumo, sem esquecer, mais uma vez, que o essencial da vida familiar não pode nem deve consistir em tal trabalho de detecção dos pais. Desta forma, corre-se o risco de implantar mais uma pedagogia de terror do que de amor.

A confirmação da presença de drogas na família não é motivo para desespero.

E o que a família deve fazer ao saber que o filho está usando drogas?

Eis uma série de condutas possíveis:

  • Manter a calma e a serenidade;
  • Procurar enxergar a dimensão real da situação, sem dramatizar e sem se deixar influenciar por sentimentos de culpa ou de fracasso;
  • Tentar conhecer e compreender as dificuldades que o filho atravessa;
  • Levar em consideração aspectos característicos da adolescência e da juventude, lembrando-se da própria experiência nessas fases;
  • Entender o que a droga possa significar na vida do filho (novas experiências, busca do prazer, fuga de tédio, fuga de problemas afetivos ou relacionais, alívio a sofrimentos pessoais, angústias ou depressões);
  • Manter em mente que o uso de drogas pode ser passageiro, em particular se forem tomadas medidas adequadas;
  • Buscar e incentivar o diálogo mais franco e aberto possível;
  • Respeitar os valores e convicções que constituem o mundo do jovem, evitando criticar cegamente ou impor valores próprios;
  • Tolerar os momentos de instabilidade do filho, principalmente do adolescente, aprendendo a lidar com eles;
  • Evitar tratar o adolescente como se fosse criança;
  • Ter consciência dos limites do filho, evitando exigências demais, em particular no tocante à escola;
  • Agir com autoridade, mas sem cair no autoritarismo;
  • Manter-se informado sobre os tipos de drogas, seus efeitos e consequências, através de fontes isentas de preconceitos e pregações tendenciosas;
  • Reconhecer os próprios erros e tentar modificá-los;rp_co-dependentes-300x200.jpg
  • Aceitar que não há pais perfeitos, nem cobrar isto de si mesmo;
  • Fortalecer os vínculos entre os membros da família, incentivando um clima afetuoso de sinceridade e companheirismo, respeitando sempre as diferenças de cada uma;
  • Admitir que os filhos não são perfeitos nem iguais entre eles, nem melhores ou piores do que os pais;
  • Concordar que os filhos não pertencem aos pais, tendo pois direito a uma vida própria, inclusive com valores diferentes e segredos a serem respeitados;
  • Quando necessário, procurar ajuda de profissionais especializados em questões de drogas ou de saúde mental e social, sem se deixar levar por um sentimento de fracasso ou de hostilidade;
  • Participar de grupos de apoio com outros pais de família para poder conversar, compartilhar o problema a diminuir a angústia;
  • Conscientizar-se dos próprios sentimentos de raiva, vergonha, inveja, mágoa, ternura ou amor, em vez de reprimi-los.

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Outras condutas são possíveis. Mas cabe não esquecer que em problemáticas humanas com as decorrentes do consumo de drogas, não existem “receitas de bolo” para solucioná-las.

Você é a pessoa mais indicada para auxiliar seu filho. Graças à sua compreensão e sua criatividade baseada na afetividade, ele mesmo poderá encontrar uma saída para a enrascada na qual se meteu, muitas vezes sem querer ou sem saber por quê!

Para ajudar você a lidar com a questão das drogas, além das dicas acima, torna-se necessário a capacitação dos pais na área das drogas. Somente assim conseguirão abordar o problema desmitificando a presença das drogas no meio familiar e eliminando preconceitos, e assim, poder enxergar a situação sob uma perspectiva mais realista e inteligente!


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A família é parte importante na recuperação do dependente químico!

 


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