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A dependência química é uma doença crônica, não tem cura, e deve-se tomar certos cuidados para evitar recaídas. Conheça as fases da recaída da dependência química!

É muito importante que tenhamos sempre claro que o processo de recaída se inicia muito antes do uso de álcool e/ou drogas, e que representa, principalmente, uma perda sistemática na nossa qualidade de vida, levando-nos a sentir grande e constante desconforto com a nossa vida, assim como muita dificuldade em realizar as atividades diárias.

O uso de álcool e/ou drogas é apenas a consequência de uma série situações não resolvidas, já que o desconforto vai ficando cada vez mais forte até nos tornarmos incapazes de viver normalmente estando sóbrios, nos convencendo finalmente de que a volta ao uso de álcool e/ou drogas não pode ser pior do que a dor que estamos sentindo.

Vale a pena lembrar que, para viver em sobriedade não basta somente parar com o uso de álcool e/ou drogas, mas também abster-se de todos os comportamentos negativos e compulsivos e melhorar a saúde física, mental e social.

Assim, o pesquisador norteamericano Terence Gorski (1986; 1989), especialista na área da dependência química, descobriu que existem 48 sintomas principais de recaída, que ele dividiu em 11 fases:

FASES DA RECAÍDA

Fase 1: Sintomas internos de recaída

  1. Dificuldade de pensar com clareza;
  2. Dificuldade em lidar com sentimentos e emoções;
  3. Dificuldade em lembrar coisas;
  4. Dificuldade em lidar com o estresse;
  5. Dificuldade em dormir tranquilamente;
  6. Dificuldade com a coordenação física e acidentes;
  7. Vergonha, culpa e desesperança.

Fase 2: Volta à negação

  1. Preocupação com bem-estar;álcool e drogas
  2. Negação da preocupação.

Fase 3: Impedimentos e comportamentos defensivos

  1. Acreditar que nunca mais vai beber ou usar drogas – sensação de “cura”;
  2. Preocupação com os outros em vez de consigo mesmo;
  3. Ficar na defensiva;
  4. Comportamentos compulsivos;
  5. Comportamentos impulsivos;
  6. Tendência à solidão.

Fase 4: Construindo a crise

  1. Visão de túnel;
  2. Depressão secundária (leve);
  3. Deixar de planejar construtivamente;
  4. Planos começam a falhar.

Fase 5: Imobilização

  1. Devaneios e ilusões;
  2. Sentimentos de que nada pode ser solucionado;
  3. Desejo imaturo de ser feliz.

Fase 6: Confusão e super-reação

  1. Período de confusão;
  2. Irritação com os amigos;
  3. Irritado facilmente;

Fase 7: Depressão

  1. Hábitos alimentares irregulares;
  2. Falta de iniciativa;
  3. Hábitos de sono irregulares;
  4. Perda da estrutura diária;
  5. Período de profunda depressão.

Fase 8: Perda de controle do comportamento

  1. Participação irregular nas reuniões de tratamento e nos Grupos de Apoio;
  2. Desenvolvimento de uma atitude de “não tenho nada com isto”;
  3. Rejeição aberta de ajuda;
  4. Falta de satisfação com a vida;
  5. Sentimentos de impotência e desesperança.

Fase 9: Reconhecimento da perda de controle

  1. Autopiedade;
  2. Pensamentos de beber socialmente;
  3. Mentiras conscientes;
  4. Perda completa de autoconfiança.

Fase 10: Redução de opções

  1. Ressentimentos insensatos;
  2. Pára todo o tratamento profissional e de Grupos de Apoio;
  3. Esmagadora solidão, frustração, raiva e tensão;
  4. Perda do controle do comportamento;

Fase 11: Volta ao uso do álcool e/ou drogas ou colapso físico e emocional

  1. Volta ao “uso controlado” de drogas;
  2. Vergonha e culpa;
  3. Perda de controle do uso;
  4. Problemas de vida e de saúde.

Lembrando que estas fases podem demorar anos, meses, dias ou horas para ocorrerem.

Para saber sobre as 11 fases detalhadamente entre na sessão “Sintomas de recaída”.

Busque ajuda!

Muitas vezes, devido ao consumo do álcool e/ou droga, o usuário coloca em risco aspectos importantes de sua vida, tais como família, emprego, saúde. Além disso pode não perceber os problemas decorrentes deste uso ou mesmo negá-los. Nesses momentos, não é raro os membros da família apresentarem sentimentos de raiva ou impotência frente ao usuário ou a situação.
Essas ocasiões deveriam se transformar em buscas de ajuda em unidades de saúde, conversas com um profissional e pessoas de referência na sua comunidade, adesão a grupos de ajuda e cursos.

Dependência Química:Como lidar?


Para lidar com um dependente químico, primeiro é preciso conhecer a doença, os sintomas de abstinência, a prevenção de recaídas e as questões psíquicas e emocionais que envolvem a dependência química.

A família é parte importante na recuperação do dependente químico!

 


Busque informações corretas sobre as drogas, pois os filhos deixam de acreditar no que os pais dizem quando percebem que as informações repassadas não correspondem à realidade.
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Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco: sossobriedade@gmail.com


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