Muitos dependentes químicos adotam condutas classificadas como antissociais para obter a droga, mas a persistências desses comportamentos apesar do uso, podem sugerir a possibilidade de um diagnóstico de transtorno de personalidade. Saiba mais…


Transtornos de Personalidade e a Dependência Química

Transtornos de Personalidade e a Dependência Química
Entre os dependentes de crack, álcool e outras drogas é vasta a literatura que os relaciona aos transtornos de personalidade, sendo os mais frequentemente associados ao consumo de crack, o transtorno de personalidade antissocial e o transtorno de personalidade emocionalmente instável tipo borderline.
 
Veja:
 
A personalidade pode ser entendida como a resultante das principais características de um indivíduo cujo conhecimento permite prever, em parte, suas reações numa dada situação, havendo, portanto, a possibilidade de uma previsibilidade do que foi ou será a conduta de uma pessoa numa situação particular.
 
Alguns períodos da existência humana são particularmente determinantes na formação da personalidade:
 
  • A infância: porque a criança se encontra totalmente dependente de seu ambiente e particularmente receptiva;
  • A adolescência: pois corresponde ao acesso à sexualidade adulta, à separação do meio familiar e à aquisição de uma identidade estável no seio do grupo social.
 
Transtornos de personalidade segundo a Classificação Internacional de Doenças CID-10 são tipos de condições que abrangem padrões de comportamento profundamente arraigados e permanentes que representam desvios extremos ou significativos do modo como um indivíduo percebe, pensa e sente e, particularmente, relaciona-se com os outros. Pode haver graus variados de angústia e problemas no funcionamento e desempenho sociais. São condições de desenvolvimento as quais aparecem na infância ou adolescência e continuam pela vida adulta.
 
Um transtorno específico de personalidade é uma perturbação grave das tendências de comportamento de um indivíduo que envolve várias áreas da personalidade e quase sempre está associado a rupturas sociais e pessoais. Tende a aparecer no final da infância ou na adolescência e continua a se manifestar na fase adulta.
 

Como lidar com um filho dependente químico?

 
Para lidar com um dependente químico, primeiro é preciso conhecer a doença, os sintomas de abstinência, a prevenção de recaídas e as questões psíquicas e emocionais que envolvem a dependência química.

Busque informações corretas sobre as drogas, pois os filhos deixam de acreditar no que os pais dizem quando percebem que as informações repassadas não correspondem à realidade.
 
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